Home office: 5 dicas para não cair na rotina

Confira 5 dicas para quem trabalha home office não cair em uma rotina destruidora

O trabalho na modalidade home office é uma realidade já muito difundida nos Estados Unidos e que vem ganhando cada vez mais força no Brasil. Os motivos são simples e diretos: reduz custos para as empresa, diminui o stress do funcionário (que também reduz despesas), muda o processo de trabalho, é possível passar mais tempo com a família e, principalmente, construir o seu próprio horário de expediente, desde que sempre entregue resultados positivos.

Entretanto um fator que já era delicado no ambiente de trabalho convencional pode ser um grande problema quando tudo é feito no conforto do lar: a  impiedosa e mortal rotina. Se no escritório com outros colegas já ocorria o risco de surgir um desanimado total, – o que acarreta falta de desempenho – esse risco é ainda maior quando estamos cercados de “mimos” de todos os lados: família, entretenimento, televisão e até mesmo o querido sofá.

O que muitos profissionais fazem de errado é estipularem uma rotina formal demais, o que gera um desgaste ainda mais rápida, ou tentam criar algo inovador, o que acaba gerando problemas e falta de foco. Abaixo vão 5 dicas para você manter uma rotina de trabalho eficiente e, ao mesmo tempo, saudável do ponto de vista do home office:

1. Estipule um horário

Não caia no mito que na modalidade home office você poderá ir dormir às 4 da manhã e acordar somente na hora do almoço. Lembre-se que grande parte do mundo trabalha no período diurno e ir contra a esse mecanismo só irá atrapalhá-lo. Estabeleça um horários para iniciar suas atividades, terminá-las, horário de almoço e, no máximo, um café para relaxar. Siga isso à risca, caso contrário você facilmente irá se perder.

2. Engane sua mente

Assim que você perceber que o seu escritório fica no quarto ao lado inconscientemente tarefas que antes eram simples correm o risco de se tornarem agrantes, pois você acaba deixando “tudo para daqui a pouco”. Engane seu cérebro. Acorde de manhã, tome um reforçado café da manhã, tome banho, vista-se de maneira profissional, de uma volta no quarteirão (a pé) e vá para o escritório no horário que estipulou acima. Em alguns casos tomar café na padaria e voltar para o home office é ainda mais eficiente.

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3. Tenha um local de trabalho adequado

Muitas vezes a rotina não está inteiramente ligada com o fato do trabalho em si ser desgastante e desagradável. Um ambiente de trabalho desorganizado, mal iluminado ou até mesmo inadequado faz com que não tenhamos vontade de sair da cama e encarar o escritório dentro de casa. Reserve um cômodo da sua casa para ser seu local de trabalho e não deixe, em hipótese alguma, que fatores como família interfiram nele. Ali é o seu trabalho e respeitá-lo só irá trazer benefícios.

4. Não trabalhe demais

Outro mito que circula facilmente quando mencionamos o trabalho no modo home office é que o funcionário supostamente trabalharia menos. Com o seu escritório em casa, muitos profissionais acabam não enxergando o limite entre lazer e trabalho, passando mais de 14 horas por dia de cara no serviço. Isso é prejudicial e sua rotina se torna ainda mais mortal. Saiba a hora de dizer “não” e  saiba respeitar isso.

5. Crie o seu modo de trabalho

Dependendo da sua área de atuação é possível ter mais liberdade que outros profissionais. Saiba criar o seu estilo de trabalho (respeitando os itens acima) e faça com que a possibilidade de trabalhar em casa seja mais produtiva e prazerosa do que meramente um encargo de stress que você tem quede lidar em casa. Vale ouvir jazz o dia todo, beber café, dançar, ligar o ar-condicionado no mais gelado possível ou, quem sabe, trabalhar de pé. O que vale é como você se sente bem.

E você? Tem mais alguma dica para não deixar um profissional em home office cair na rotina? Então deixe nos comentários abaixo!

Ton Torres

Jornalista e blogueiro. Mestre em Divulgação Científica e Cultural (MDCC) pela Unicamp. Pós-graduado em Tecnologia, Formação de Professores e Sociedade pela Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e pós-graduado em Jornalismo Científico (Unicamp).

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