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	<title>Blog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais</title>
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	<description>Blog sobre comunicação digital, redes sociais, mídias sociais, jornalismo digital, internet, web 2.0 e cultura web.</description>
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		<title>Guia de marketing digital traz passo a passo para pequenas e médias empresas</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 16:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleyton Carlos Torres</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A Resultados Digitais sempre lança e-books interessantíssimos que abordam a área do marketing digital, porém a dica agora vai um pouco além, pois trata-se de um kit sobre o tema e que inclui um e-book, um infográfico e um webinar para que pequenas e médias empresas possam extrair resultados mais satisfatórios de suas ações de marketing digital. Por que pequenas e médias empresas? Bom, muitas vezes no deparamos com os grandiosos cases de empresas ainda mais grandiosas e nos perguntamos: como posso trazer isso para a minha realidade? O kit trata exclusivamente desse contexto, mostrando que você não precisa ser uma empresa com mais de 100 anos e nem precisa ter um orçamento colossal para conseguir bons resultados com marketing digital. No kit há um webinar online com o CEO da Resultados Digitais, Eric Santos, ligando os pontos do marketing digital e mostrando como as empresas podem usar a internet de maneira estratégica para gerar resultados em leads e vendas. O infográfico traz de uma maneira mais visual o que é...</p><p>O post <a href="http://blogmidia8.com/2013/05/guia-de-marketing-digital-traz-passo-a-passo-para-pequenas-e-medias-empresas.html">Guia de marketing digital traz passo a passo para pequenas e médias empresas</a> apareceu primeiro em <a href="http://blogmidia8.com">Blog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Resultados Digitais sempre lança e-books interessantíssimos que abordam a área do marketing digital, porém a dica agora vai um pouco além, pois trata-se de um kit sobre o tema e que inclui um e-book, um infográfico e um webinar para que pequenas e médias empresas possam extrair resultados mais satisfatórios de suas ações de marketing digital.</p>
<p>Por que pequenas e médias empresas? Bom, muitas vezes no deparamos com os grandiosos cases de empresas ainda mais grandiosas e nos perguntamos: como posso trazer isso para a minha realidade? O kit trata exclusivamente desse contexto, mostrando que você não precisa ser uma empresa com mais de 100 anos e nem precisa ter um orçamento colossal para conseguir bons resultados com marketing digital.</p>
<p>No kit há um webinar online com o CEO da Resultados Digitais, Eric Santos, ligando os pontos do marketing digital e mostrando como as empresas podem usar a internet de maneira estratégica para gerar resultados em leads e vendas. O infográfico traz de uma maneira mais visual o que é exposto no vídeo. Já o e-book faz um detalhamento do passo a passo apresentado no infográfico com diversos recursos extras para se aprofundar em cada assunto. São 3 ferramentas complementarem que podem auxiliá-lo muito e funcionam como um guia de marketing digital para pequenas e média empresas.</p>
<p>O download do material pode ser feito nesse <a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/guia-do-marketing-digital/" target="_blank">link</a>. Abaixo publicamos o infográfico que vai no kit.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" alt="" src="http://resdigitais.wpengine.netdna-cdn.com/materiais-educativos/files/2013/05/Infogr%C3%A1fico-Passo-a-passo.png" width="770" height="3156" /></p>
<p>O post <a href="http://blogmidia8.com/2013/05/guia-de-marketing-digital-traz-passo-a-passo-para-pequenas-e-medias-empresas.html">Guia de marketing digital traz passo a passo para pequenas e médias empresas</a> apareceu primeiro em <a href="http://blogmidia8.com">Blog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>A difícil tarefa do produtor de conteúdo na era do nada se cria, tudo se copia</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 14:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Painel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Preguiça. Esse é um grande problema da era digital. Eu assumo, tenho preguiça de muita coisa e você também tem, não venha me dizer que não. Estamos acostumados ao Google responder tudo que a gente precisa. E ele entrega tudo de bandeja. Já o Facebook te poupa de escolher quem é próximo e quem não é. Ele tá sempre querendo manter os seus amigos mais próximos ao seu alcance. Não precisa procurar muito, as pessoas com quem você tem mais contato estarão no seu feed dia e noite, mesmo que elas só postem fotos de gatinhos ou pratos de comida. E é na era da preguiça que a profissão produtor de conteúdo é reconhecida. Pouco a pouco, as empresas vão entendendo que aquela turma toda não é só “a galera do Facebook”. Que existe diferença entre monitorar, planejar, produzir e gerenciar conteúdo. Porém, há um ponto comum entre todos esses profissionais: eles querem ser vistos. Não eles exatamente, mas a marca que representam. Mas isso não é fácil? A internet...</p><p>O post <a href="http://blogmidia8.com/2013/05/a-dificil-tarefa-do-produtor-de-conteudo-na-era-do-nada-se-cria-tudo-se-copia.html">A difícil tarefa do produtor de conteúdo na era do nada se cria, tudo se copia</a> apareceu primeiro em <a href="http://blogmidia8.com">Blog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Preguiça. Esse é um grande problema da era digital. Eu assumo, tenho preguiça de muita coisa e você também tem, não venha me dizer que não. Estamos acostumados ao Google responder tudo que a gente precisa. E ele entrega tudo de bandeja.</p>
<p>Já o Facebook te poupa de escolher quem é próximo e quem não é. Ele tá sempre querendo manter os seus amigos mais próximos ao seu alcance. Não precisa procurar muito, as pessoas com quem você tem mais contato estarão no seu feed dia e noite, mesmo que elas só postem fotos de gatinhos ou pratos de comida.</p>
<p>E é na era da preguiça que a profissão <strong>produtor de conteúdo</strong> é reconhecida. Pouco a pouco, as empresas vão entendendo que aquela turma toda não é só “a galera do Facebook”. Que existe diferença entre monitorar, planejar, produzir e gerenciar conteúdo. Porém, há um ponto comum entre todos esses profissionais: eles querem ser vistos. Não eles exatamente, mas a marca que representam. Mas isso não é fácil? A internet não é o lugar com mais espectadores compulsivos por quilowatt quadrado? É sim. Estamos todos sedentos por mais, mais e mais conteúdo. A questão é que tem sido sempre mais do mesmo.</p>
<p>Se a moda é indireta, vamos esgotar todas as possibilidades. Indiretas do bem, do mal, do bairro de fulano, da cidade de beltrano. E animais imitando situações humanas? Bode, gato, esquilo. Também dá para copiar um jovem redator que costuma escrever em guardanapos e começar a rabiscar seus poemas em um pedaço de papel. Ninguém precisa mais ter ideias boas, aparentemente todas as sacadas do mundo já existem. Na internet, nada se cria e tudo se copia.</p>
<p>Mas produzir conteúdo não seria uma atividade de mão dupla? Ao mesmo tempo que é preciso estar ligado nas tendências e oportunidades, não seria também necessário gerar novas ideias? Criar um conceito próprio e adaptar os antigos para a sua brand? Algumas marcas se comunicam nas mídias sociais de forma tão batida que tanto faz se você curte a fan page delas ou de uma concorrente.</p>
<p>Para se fazer conteúdo, antes de tudo, é preciso entender que não existe fórmula. Para cada cliente, é necessário criar um tom de voz diferente. E, o mais difícil, deixar a preguiça de lado, esquecer um pouco o botão de compartilhar e criar.</p>
<p><em>Por Duda Ferraz, community manager na <a href="http://www.cappen.com/index_pt.php" target="_blank">Cappen</a>.</em></p>
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		<title>E.life realiza seminário gratuito no RJ sobre marketing em games</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 14:05:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Quarta potência mundial no mercado de games, o Brasil possui atualmente mais de 45 milhões de jogadores e um prognóstico promissor de crescimento para os próximos anos. Esse cenário tem aberto os olhos das empresas para as novas oportunidades de promoção de suas marcas. Mas como tirar proveito da visibilidade proporcionada pela mídia de games, atraindo novos consumidores? Para falar sobre as estratégias de comunicação para este segmento, a E.life realiza na próxima quarta-feira (22), no Rio de Janeiro, o seminário &#8220;Games for Brands – Jogos como meio de comunicação&#8221;. Com entrada gratuita, o evento acontece na Casa do Saber (Av. Epitácio Pessoa, 1164), em dois horários: às 8h30 e às 13h30. Ministrado pelo diretor de negócios da Manifesto Game Studio, Vicente Vieira, o seminário será dividido em quatro palestras: “Dados da indústria de jogos no Brasil e no mundo”; “Os novos hábitos e comportamentos dos jogadores”; “O uso de jogos como canal de comunicação das marcas para engajamento de usuários” e “Cases e aplicações de utilização estratégica de jogos”....</p><p>O post <a href="http://blogmidia8.com/2013/05/e-life-realiza-seminario-gratuito-no-rj-sobre-marketing-em-games.html">E.life realiza seminário gratuito no RJ sobre marketing em games</a> apareceu primeiro em <a href="http://blogmidia8.com">Blog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quarta potência mundial no mercado de games, o Brasil possui atualmente mais de 45 milhões de jogadores e um prognóstico promissor de crescimento para os próximos anos. Esse cenário tem aberto os olhos das empresas para as novas oportunidades de promoção de suas marcas. Mas como tirar proveito da visibilidade proporcionada pela mídia de games, atraindo novos consumidores?</p>
<p>Para falar sobre as estratégias de comunicação para este segmento, a E.life realiza na próxima quarta-feira (22), no Rio de Janeiro, o seminário &#8220;Games for Brands – Jogos como meio de comunicação&#8221;. Com entrada gratuita, o evento acontece na Casa do Saber (Av. Epitácio Pessoa, 1164), em dois horários: às 8h30 e às 13h30.</p>
<p>Ministrado pelo diretor de negócios da Manifesto Game Studio, Vicente Vieira, o seminário será dividido em quatro palestras: “Dados da indústria de jogos no Brasil e no mundo”; “Os novos hábitos e comportamentos dos jogadores”; “O uso de jogos como canal de comunicação das marcas para engajamento de usuários” e “Cases e aplicações de utilização estratégica de jogos”. Doutor em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco, Vieira possui mais de 10 anos de experiência na área de jogos digitais e relacionamento com canais de vendas.</p>
<p>“Pesquisas apontam que a interação com marcas em jogos eletrônicos é muito maior do que em outras mídias. Ao mesmo tempo, o CTR médio nos games chega a ser 100 vezes maior do que o encontrado nos banners tradicionais. Conhecer essa mídia é se preparar para a comunicação do futuro”, afirma Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.life, empresa líder na América Latina em inteligência de mercado e gestão de relacionamento nas redes sociais.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas pelo <a href="http://www.eventick.com.br/games4brandsRJ" target="_blank">site do evento</a>. As vagas são limitadas.</p>
<p><em>Via Rosa Arrais.</em></p>
<p>O post <a href="http://blogmidia8.com/2013/05/e-life-realiza-seminario-gratuito-no-rj-sobre-marketing-em-games.html">E.life realiza seminário gratuito no RJ sobre marketing em games</a> apareceu primeiro em <a href="http://blogmidia8.com">Blog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>A importância de um manual de conduta nas mídias sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 17:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Painel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rafael Ferreira]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Esse artigo foi escrito com o objetivo de desmistificar a visão de alguns escritores que destacam o fato de que somente grandes empresas possuem esse tipo de manual. Assim deixo claro que é possível, sim, ser pequeno, utilizar o ambiente online e ter uma política para nortear seus colaboradores. A verdade é que esse documento independe do tamanho da organização e seu real propósito é servir como guia para os colaboradores, que a partir das práticas destacadas ficarão cientes como se comportarem quando compartilharem, comentarem ou mencionarem a empresa da qual fazem parte. Apesar de muitos ainda não conhecerem os manuais de conduta e os que conhecem não dão o devido valor ao documento, é importante destacar a importância dessas diretrizes, que em suas entrelinhas expõem basicamente comportamentos e atitudes que as organizações esperam dos seus colaboradores, sejam eles contratados, prestadores de serviço, estagiários ou dentre outros stakeholders, no meio digital. A pergunta que você deve estar se fazendo é: minha empresa pode ter um manual de conduta nas mídias...</p><p>O post <a href="http://blogmidia8.com/2013/05/manual-conduta-midias-sociais.html">A importância de um manual de conduta nas mídias sociais</a> apareceu primeiro em <a href="http://blogmidia8.com">Blog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Esse artigo foi escrito com o objetivo de desmistificar a visão de alguns escritores que destacam o fato de que somente grandes empresas possuem esse tipo de manual. Assim deixo claro que é possível, sim, ser pequeno, utilizar o ambiente online e ter uma política para nortear seus colaboradores.</p>
<p>A verdade é que esse documento independe do tamanho da organização e seu real propósito é servir como guia para os colaboradores, que a partir das práticas destacadas ficarão cientes como se comportarem quando compartilharem, comentarem ou mencionarem a empresa da qual fazem parte.</p>
<p>Apesar de muitos ainda não conhecerem os manuais de conduta e os que conhecem não dão o devido valor ao documento, é importante destacar a importância dessas diretrizes, que em suas entrelinhas expõem basicamente comportamentos e atitudes que as organizações esperam dos seus colaboradores, sejam eles contratados, prestadores de serviço, estagiários ou dentre outros stakeholders, no meio digital.</p>
<p>A pergunta que você deve estar se fazendo é: minha empresa pode ter um manual de conduta nas mídias sociais?</p>
<p>Sim, nada impede que sua empresa tenha diretrizes que auxiliem seus colaboradores a explorar de forma positiva as mídias sociais. É verdade que ainda existem poucas empresas que regulam formalmente o uso das redes e mídias sociais por parte de seus colaboradores e stakeholders. Por conta disso, estão se tornando fatos rotineiros no mundo online casos que acabam manchando negativamente as organizações. Muitos desses casos poderiam ser evitados se as organizações tivessem esse documento tão importante. Empresas como a Coca-Cola, IBM e EMBRAPA são exemplos de grandes organizações que já utilizam essas diretrizes para orientar os colaboradores.</p>
<p>Das empresas citadas acima, gostaria de destacar a Embrapa, que desenvolveu um manual muito interessante e contou com o consultor <a href="http://www.twitter.com/ninocarvalho" target="_blank">Nino Carvalho</a>, um dos meus professores no curso de MBA em mídias sociais – GEMS. O manual de conduta em mídias sociais da Embrapa se inicia falando que a organização apoia o uso responsável de ferramentas de comunicação online, pois reconhece os potenciais benefícios nessas mídias. Ressalta que o manual é composto por orientações que os colaboradores da Embrapa devem seguir sempre que fizerem algo que contenha o nome da instituição nas mídias sociais.</p>
<p>Outro ponto importantíssimo são as dicas que a organização passa aos seus colaboradores chamados “os fora da rede” (pessoas que ainda não utilizam as redes sociais online), onde são expostos os benefícios de estar no ambiente online e como esse tipo de comunicação está mudando o jeito das pessoas se relacionarem.</p>
<p>Para os “passageiros” (pessoas que utilizam esporadicamente as redes sociais online) e os “veteranos” (que utilizam rotineiramente as redes sociais online), a Embrapa deixa-os cientes que a informação mal colocada em redes sociais pode tomar dimensões catastróficas em pouco tempo. Dessa forma, é importante entender que as pessoas em geral tendem a não separar o lado profissional do lado pessoal, ou seja, se você é conhecido como empregado da Embrapa, <strong>seus conteúdos em mídias sociais são facilmente vinculados à imagem da organização</strong>.</p>
<p>Após expor a importância de estar nas mídias sociais, princípios de conduta, os perfis e canais de mídias sociais que a organização está inserida, expondo recomendações e empresas que utilizam diversas mídias sociais online, a organização destaca em um item as penalidades para o uso incorreto das mídias sociais por parte de seus colaboradores.</p>
<p>Esse item é muito importante e deve estar exposto em todas as organizações que estão no ambiente online, pois assim deixa os colaboradores e stakeholders cientes do que se pode fazer no que se refere a empresa no ambiente online e conscientes das consequências de seus atos. Assim, a Embrapa expõe o que não se pode fazer nas mídias sociais e caso algum colaborador venha a infringir a política de conduta, esse poderá sofrer suspensão e até demissão por justa causa, conforme normas internas e externas que estabelecem tais penalidades.</p>
<p>O manual funciona como um guia de como se comportar no ambiente online, uma vez que todos nós comentemos deslizes, pois utilizamos esse ambiente com frequência. Entretanto documentos como esses dentro das organizações devem funcionar como diretrizes de comportamento, assim sabe-se o que pode-se ou não comentar, publicar e compartilhar nas mídias sociais. Acredito que todas as empresas devem construir um manual de conduta nas mídias sociais, assim estarão precavidas de situações embaraçosas que podem acontecer em qualquer ambiente.</p>
<p><em>Por Rafael Ferreira, analista de mídias sociais. @<a href="http://www.Twitter.com/AdmRafaFerreira" target="_blank">AdmRafaFerreira</a><a href="http://www.twitter.com/AdmRafaFerreira" target="_blank"><br />
</a></em></p>
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		<title>Brasil é o maior mercado de internet na América Latina</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 15:07:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Em 17 de maio o mundo celebra o Dia Internacional da Internet, data estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006. Para se ter ideia da importância da rede mundial de computadores, apenas no Brasil, o número total de usuários ativos na internet, tanto em casa quanto no trabalho, atingiu 52,3 milhões de pessoas, excluindo os meios móveis. O país é a sétima audiência da internet e o maior mercado na América Latina, ou seja, 35% dos 131 milhões de usuários estão em terras brasileiras, conforme relatório publicado pela comScore. A rede mundial de computadores surgiu em plena Guerra Fria e era usada para fins militares. Após sua popularização, a internet tornou-se instrumento de trabalho, de estudo e de lazer. O diretor-presidente da Web Consult, Leonardo Bortoletto, explica que a rede mundial de computadores representou um novo ciclo para a humanidade. “O surgimento dessa ferramenta configurou uma nova revolução em todos os setores e, principalmente, no comportamento humano. As empresas estão valorizando as negociações online e até segmentos tradicionais...</p><p>O post <a href="http://blogmidia8.com/2013/05/brasil-e-o-maior-mercado-de-internet-na-america-latina.html">Brasil é o maior mercado de internet na América Latina</a> apareceu primeiro em <a href="http://blogmidia8.com">Blog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 17 de maio o mundo celebra o Dia Internacional da Internet, data estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006. Para se ter ideia da importância da rede mundial de computadores, apenas no Brasil, o número total de usuários ativos na internet, tanto em casa quanto no trabalho, atingiu 52,3 milhões de pessoas, excluindo os meios móveis. O país é a sétima audiência da internet e o maior mercado na América Latina, ou seja, 35% dos 131 milhões de usuários estão em terras brasileiras, conforme relatório publicado pela comScore.</p>
<p>A rede mundial de computadores surgiu em plena Guerra Fria e era usada para fins militares. Após sua popularização, a internet tornou-se instrumento de trabalho, de estudo e de lazer. O diretor-presidente da Web Consult, Leonardo Bortoletto, explica que a rede mundial de computadores representou um novo ciclo para a humanidade. “O surgimento dessa ferramenta configurou uma nova revolução em todos os setores e, principalmente, no comportamento humano. As empresas estão valorizando as negociações online e até segmentos tradicionais estão investindo no mundo virtual. Diversos serviços já podem ser realizados através de um clique ou de um toque, como comprar pela internet, ensinar à distância, localizar um estabelecimento, pagar contas”, complementa o especialista em inteligência digital.</p>
<p>As redes sociais também fazem sucesso no Brasil. Pesquisa da comScore mostrou que, somente no Facebook, plataforma com o maior número de usuários no mundo, os brasileiros gastaram mais de 90% do tempo. “O Facebook está no topo do ranking das redes sociais, com 67 milhões de usuários, alta de 458% entre 2011 e 2012, segundo afirmação do vice-presidente do Facebook na América Latina, Alexandre Hohagen. Também não podemos deixar de citar o comércio eletrônico, que conquista cada vez mais adeptos no país. De acordo com a empresa e-bit, para 2013 a estimativa de faturamento do setor chega a R$28 bilhões. Os números mostram a revolução que a internet causou e ainda causa na vida das pessoas e como está mudando a maneira de relacionamento e de fazer negócios”, ressalta o especialista.</p>
<p>Na avaliação do coordenador do Curso Técnico do COTEMIG, Leonardo Fonseca de Souza, a internet trouxe contribuições valiosas também para a educação. “É uma ferramenta fundamental para a troca de conhecimento. Os estudantes têm um universo muito rico de pesquisa. As redes sociais podem funcionar como uma extensão da sala de aula para debates, moderados pelos professores, de temas iniciados no ambiente escolar. E, principalmente, ficou mais fácil disseminar o conhecimento. Pesquisadores conseguem se comunicar de forma ágil com outros especialistas em qualquer lugar do mundo”.</p>
<p>Souza observa que a internet provocou uma revolução no mercado de trabalho, mais especificamente na área de TI. “Antigamente tínhamos o chamado CPD ou Central de Processamento de Dados e o segmento de Telecomunicações dentro das empresas. Com a internet, essas duas áreas se fundiram e se transformaram em uma outra ainda mais ampla que hoje chamamos de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). No ambiente empresarial a internet também está trazendo novas formas de trabalhar e de fazer negócio, todas as empresas estão neste meio ou oferecem produtos e serviços pela internet”, destaca.</p>
<p>Os aplicativos também podem ser citados como ferramentas criadas a partir da evolução da internet. Esse tipo de produto é utilizado por pessoas físicas e jurídicas a fim de obterem redução de custos e agilidade no desempenho de funções. Entre os jovens, os aplicativos de envio de mensagens, de download de músicas e de vídeos são muito comuns. Já entre as empresas, eles são utilizados com o objetivo de otimizar o tempo de funcionários e de garantir maior qualidade em produtos e prestação de serviços. “Um exemplo de aplicativo muito utilizado pelas organizações é para as forças de vendas, uma espécie de escritório de vendas móvel, responsável por propiciar a troca de informações entre os vendedores e a gerência comercial de uma empresa, criando oportunidades de negócios e estimular o faturamento. Com o aplicativo no celular ou no tablet, o vendedor tem acesso à gestão de agenda de visitas comerciais, com informações sobre quais serão as demandas do dia e a ligações telefônicas a um custo extremamente baixo.</p>
<p>Outra possibilidade é o acesso à Gestão de Relacionamento com o Cliente (CRM), com perfil prévio do cliente e dados totalmente estratégicos e decisivos para a venda, como mercadológicos, produtos mais requisitados pelo comprador, consulta à situação de crédito ou possibilidades de desconto. Por último, vem a venda propriamente dita, onde o pedido com os produtos é registrado em tempo real no escritório central da empresa, permitindo um maior controle e antecipação do faturamento”, explica o diretor da Ledcorp, José Lúcio Balbi de Mello.</p>
<p>Segundo Mello, a internet já alcançou sua fase mais segura: a móvel. “O último estágio alcançado de evolução da web é o móvel, porque a informação não está mais dentro da empresa e sim armazenada em nuvens. O cloud computing, ou computação nas nuvens, garante mais segurança no armazenamento de dados”, finaliza.</p>
<p><em>Via Zoom Comunicação.</em></p>
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		<title>5 dicas para mudar seu e-commerce para melhor</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 12:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Iuri G. Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[hot]]></category>
		<category><![CDATA[Iuri G. Brito]]></category>
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		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Sempre que volto ao Brasil vejo a diferença entre o e-commerce na gringa e o nosso tupiniquim. Parece até brincadeira, mas mesmo com design parecido, estratégias práticas e todo o esforço e crescimento, existe um ponto que ainda não mudamos: o sentimento ao final da compra. Seja no Brasil, EUA ou Coreia, a necessidade de compra, expectativas e desejo é o mesmo. Comum ao ser humano. Seja no ON ou no OFF, você passa sempre por um ciclo de desejo, experiência de marca / compra e relacionamento. Pode esquecer esse papo de estratégias, de mídia ou o botão de comprar. Estou falando daquele WooooW que faz você esquecer o preço e sempre voltar para querer mais. E quer saber onde está a maior diferença? Quer saber onde a Amazon, por exemplo, me fez gastar mais que todas as lojas Brasil juntas? Então senta e anota que aqui vai um tema de casa. O que realmente queremos? Enquanto você pensar que a primeira resposta é preço, continue na sua briga por...</p><p>O post <a href="http://blogmidia8.com/2013/05/5-dicas-para-mudar-seu-e-commerce-para-melhor.html">5 dicas para mudar seu e-commerce para melhor</a> apareceu primeiro em <a href="http://blogmidia8.com">Blog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que volto ao Brasil vejo a diferença entre o e-commerce na gringa e o nosso tupiniquim. Parece até brincadeira, mas mesmo com design parecido, estratégias práticas e todo o esforço e crescimento, existe um ponto que ainda não mudamos: o sentimento ao final da compra.</p>
<p>Seja no Brasil, EUA ou Coreia, a necessidade de compra, expectativas e desejo é o mesmo. Comum ao ser humano. Seja no ON ou no OFF, você passa sempre por um ciclo de desejo, experiência de marca / compra e relacionamento. Pode esquecer esse papo de estratégias, de mídia ou o botão de comprar. Estou falando daquele WooooW que faz você esquecer o preço e sempre voltar para querer mais.</p>
<p>E quer saber onde está a maior diferença? Quer saber onde a Amazon, por exemplo, me fez gastar mais que todas as lojas Brasil juntas? Então senta e anota que aqui vai um tema de casa.</p>
<h2>O que realmente queremos?</h2>
<p>Enquanto você pensar que a primeira resposta é preço, continue na sua briga por custos, prazos e vamos ver quem ganha no final. Em um processo de compra (seja online, offline, mobile ou subaquático), queremos mesmo é satisfazer um desejo, uma vontade. Fazer a melhor compra do mundo, tendo a certeza que é seguro, a logística funciona e em caso de arrependimento, seja fácil e prático o retorno.</p>
<p>Estou falando muito mais do que o produto em casa com uma política corp de aqui vão seus 15 dias de prazo. Em avaliar, decidir, opinar e poder compartilhar um <em>odeio</em> ou <em>adoro</em> de verdade. Gostou, multiplique e indique, detestou, o retorno é por nossa conta e simples assim. Se você entende isso de verdade, vai ser simples ver o tamanho da vantagem do online sobre o offline e que é apenas questão de tempo para termos lojas conceituais e o nosso cliente continue a compra online. E não venha me dizer que lembra de ter lido isso em mais de 50 livros de marketing, e-commerce e ebusiness. Na prática, como você realmente está?</p>
<h2>Precisamos aprender com quem faz:</h2>
<p>Se falar é fácil, fazer é outra história. E para cortar logo o <em>mimimi</em> aqui vão cinco das principais diferenças entre o Brasil e USA e como gasto muito mais quando volto ao escritório em NY do que em compras online no Brasil. Quer saber o motivo? Basta anotar esses cinco cases&#8230;</p>
<p><strong>1. Tenha uma compra simplificada, clara e transparente como o eBay:</strong> Se você tem alguma dúvida, tente se cadastrar, pesquisar, ler a política de compra, entrega, proteção ao cliente e o melhor&#8230; um telefone de suporte / FAQ que é realmente orientado a solucionar o problema do cliente, sempre tentando ao máximo opções e garantias. No eBay você realmente encontra tudo isso. De qualificação de vendedores e compradores (sim, você tem uma qualificação) a até uma política completa antifraude com um &#8220;nós do eBay pagamos a conta se der errado&#8221;. Imagine isso no seu e-commerce.</p>
<p><strong>02. O seu On / Off / Mobile são apenas um:</strong> Como as lojas da Apple, que onde for, são a Apple. Nada melhor que você dar um click no seu celular, pode mostrar os produtos, lojas mais próximas, opções de pagar agora, retirar na loja (consultando em tempo real o estoque) e ao chegar, você agenda pelo aplicativo o consultor / vendedor que irá te atender. Quer um pouco mais, experimente o App da Apple e visite uma loja para entender como tudo funciona. Se preferir, você tem ainda a opção de scan para selecionar o produto e do-yourself a compra. E você pensando que o off era bom&#8230;</p>
<p><strong>03. Comprou e quer devolver? Simples, gratuito e descomplicado como a Blockbuster:</strong> Se você acha que a Amazon é boa em devolver é por que não viu o sistema da Blockbuster para concorrer com o Netflix. Basicamente a questão é como fazer para concorrer com uma rede de vídeo instantâneo. A aposta foi tamanho do acervo e velocidade de lançamento nas lojas. Nesse ponto a Blockbuster criou o sistema de assinatura, onde você paga mensalmente para receber 2 vídeos por vez, podendo ver e retornar pelo correio, que eles te enviam o próximo. Parece até complicado, se não fosse a lista de vídeos que você automatiza no site e o envelope que você recebe que no verso já é o envelope para envio/retorno. Simples assim. Inclusive o mail pega em casa o seu envelope, sem precisar que você vá ao correio. Que tal uma agenda de filmes e lançamentos planejada com tempo e toda semana novas entregas em casa?</p>
<p><strong>04. E se algo der errado? Um suporte que realmente pense na cliente como a Zappos e Paypal:</strong> Faz algum tempo que esses sistemas têm melhorado. Se quiser experimentar, tente ligar para a Zappos e conversar com um atendente. Além de você adorar a conversa, vai ver como as pessoas realmente querem te ajudar. E no Paypal (um banco), mesmo que burocrático, você fica impressionado como encontra pessoas, passos simples e registro de tudo que você está fazendo, podendo receber o status na sua conta online, e-mail ou telefone. No final, mesmo se não der certo, você sai com aquela sensação de eles tentaram meeeeesmo ajudar no meu caso.</p>
<p><strong>05. Pensou em site bacana, relacionamento e logística, falou Amazon.com:</strong> Parece brincadeira, mas esse é disparado meu campeão de compras. Toda semana acesso e compro algo. De objetos e presentes a comida. Tudo. Quer saber o motivo? Some um super sistema de indicação no site, outro em cada produto pesquisado (nota, opiniões e o que outros compraram) e envio de produtos realmente relevantes no meu e-mail. Se pensa que isso é bom, inclua a opção de comprar novo ou usado, comparando lojas ou fornecedores com ranking. Quer mais? Que tal tudo isso em um sistema de entrega gratuito, onde pago por uma assinatura anual e a Amazon me entrega de forma super rápida e com a devolução mega simplificada. Você compra um produto indicado/recomendado, tem a opinião real dos compradores, quase zero prazo de entrega (um a 3 dias) e se não gostou, devolução gratuita coberta pela própria Amazon. Quer lançamentos, filmes, games, livros ou até sua mostarda preferida?</p>
<h2>E o que podemos realmente fazer?</h2>
<p>Antes de você pensar que isso é coisa de gringo e não rola no Brasil, acorde. Segue abaixo o que você pode fazer para ter isso funcionando a seu favor.</p>
<ul>
<li>Comece simplificando essa sua compra. Quero comprar, pagar e receber. Tudo isso ou em 30 dias, 5 ou apenas um, com opção para entregamos e montamos na sua casa. Desculpe, mas logística é o seu negócio:</li>
<li>Avalie se essa opção de compra mínima para entrega não fica melhor tendo clientes prime, com pagamento de R$ 100,00 ao ano para produtos entregues pela loja. Não gostou, pagamos a volta;</li>
<li>Quer ferramentas? Se for investir trabalhe com seu TI na avaliação real de produtos, mostrar o que os outros também compraram e um sistema para receber por e-mail informações realmente específicas sobre troca de preços, descontos ou lançamentos como tudo sobre novas chupetas para kids;</li>
<li>Seja online, seja mobile. Inicie por um clube de vantagem ou lançamentos até sua loja estar na mão do cliente com opções de consulta, reserva de produtos e agendar horário para retirar/comprar;</li>
<li>Para fechar, tenha a segurança de pagamos a devolução do produto, inclusive tirando um pouco da verba de mídia para trabalhar essa política (sic) de devolução (mude para compromisso de devolução), adicionado ao pagamento do retorno, cupons para outros produtos ou bônus para envie seu feedback.</li>
</ul>
<p>Entendidos? E na próxima vez que você pensar em uma loja online, esqueça códigos, botões e números. Lembre apenas que do outro lado estão pessoas com um mesmo desejo: esperando para ser entregue. E para quem tiver mais exemplos, comente outros cases ou total fail e vamos conversar. =)</p>
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		<title>O jornalismo digital precisa de mais mídias de um homem só</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 13:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleyton Carlos Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo digital]]></category>
		<category><![CDATA[top]]></category>
		<category><![CDATA[observatório da imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Certa vez ouvi que uns 10 anos atrás o sonho de grande parte dos estudantes de comunicação, principalmente os que iam se formar em jornalismo, era trabalhar em grandes veículos, como emissoras e jornais de renome. Como não tínhamos muitas opções (na verdade, até hoje há uma concentração muito forte) parte dos alunos se contentava com veículos menores, muitos deles que nem ao menos respeitavam as regras básicas do português ou os pilares básicos do jornalismo. Acontece que veio a internet e isso colocou um mouse na mão de cada usuário. Você, mero usuário de bits e bytes, passou a ser um potencial produtor de conteúdo. Você, que sempre sonhou em trabalhar em um grande veículo, mas nunca teve uma real oportunidade, agora podia criar a sua própria mídia. E a sua mídia podia ter o formato que você quisesse, o tamanho que desejasse, a linguagem e a linha editorial que mais lhe agradassem e, principalmente, você ainda tinha a opção de não depender de anunciantes e construir uma visão...</p><p>O post <a href="http://blogmidia8.com/2013/05/o-jornalismo-digital-precisa-de-mais-midias-de-um-homem-so.html">O jornalismo digital precisa de mais mídias de um homem só</a> apareceu primeiro em <a href="http://blogmidia8.com">Blog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Certa vez ouvi que uns 10 anos atrás o sonho de grande parte dos estudantes de comunicação, principalmente os que iam se formar em jornalismo, era trabalhar em grandes veículos, como emissoras e jornais de renome. Como não tínhamos muitas opções (na verdade, até hoje há uma concentração muito forte) parte dos alunos se contentava com veículos menores, muitos deles que nem ao menos respeitavam as regras básicas do português ou os pilares básicos do jornalismo.</p>
<p>Acontece que veio a internet e isso colocou um mouse na mão de cada usuário. Você, mero usuário de bits e bytes, passou a ser um potencial produtor de conteúdo. Você, que sempre sonhou em trabalhar em um grande veículo, mas nunca teve uma real oportunidade, agora podia criar a sua própria mídia. E a sua mídia podia ter o formato que você quisesse, o tamanho que desejasse, a linguagem e a linha editorial que mais lhe agradassem e, principalmente, você ainda tinha a opção de não depender de anunciantes e construir uma visão de opinião totalmente independente de intervenções.</p>
<p>Parece utopia, mas não é. Há uma legião de blogs ao redor do mundo que se transformaram em verdadeiras centrais de conteúdo. O Mashable, por exemplo, cresceu tanto que chamou a atenção da CNN, essa talvez o maior símbolo internacional do jornalismo. Outros, como o Huffington Post, são considerados jornais, assim como The New York Times ou The Guardian. Há ainda os canais menores, mantidos por dois ou três jornalistas, estudantes ou apenas curiosos sobre determinados temas que alavancam verdadeiras multidões. Por que eles fazem tanto sucesso? Conteúdo de qualidade.</p>
<h2>Opinião diferenciada</h2>
<p>Classificar o que vem a ser um conteúdo de qualidade pode ser um tanto quanto poroso. Algumas pessoas julgam que discutir sobre os bastidores da economia do governo Dilma seja algo relevante. Outros, no entanto, querem falar sobre humor e nada mais. Porém dois pontos unificam toda e qualquer tribo que procure por conteúdo na internet: ou elas querem credibilidade ou querem diferencial.</p>
<p>No caso dos grandes jornais internacionais é fácil supor que seus legados estão baseados na credibilidade. São décadas de serviços prestados à sociedade e os recentes crescimentos em adesões ao sistema paywall corroboram a tese de que, sim, as pessoas querem pagar por um conteúdo que elas julguem confiável e crível. Na outra ponta da linha nós temos o conteúdo diferenciado, e esse pode vir na forma de opinião, ineditismo ou apenas qualidade.</p>
<p>Um profissional que não tem anos de experiência de mercado e nem trabalhou em grandes jornais pode ter opiniões tão interessantes sobre um tema que é quase inevitável que conquiste uma parcela confiável de público. Ele pode, por exemplo, ser um eterno pesquisador de mídia e possuir uma habilidade ímpar de associar o universo da comunicação com temas sociológicos, por exemplo. Ao criar um canal como um blog, ele automaticamente consegue atingir o item opinião diferenciada. E, sim, as pessoas estão desesperadamente procurando por opiniões e argumentos que fujam do mais do mesmo.</p>
<h2>A mídia precisa se reinventar</h2>
<p>No caso ineditismo, nós podemos ter um blog que fala sobre temas que ninguém nunca se preocupou em explorar ou, quem sabe, algo que na visão do público seja realmente inusitado e diferente. Um exemplo? O canal Portal dos Fundos está aí para provar que é possível inovar onde aparentemente se encontrava um segmento saturado: o humor de vídeos. O sucesso foi tão grande que ganhou respeito e reconhecimento instantâneos. E antes que você possa criticar, os números que estão conseguindo superam até mesmo muitas mídias tradicionais.</p>
<p>A internet possibilitou que uma legião de pessoas se tornassem editoras de si mesmas. Hoje em dia é muito fácil criar um canal na web, expor sua opinião, produzir um conteúdo interessante e, de quebra, ganhar credibilidade profissional e reconhecimento do mercado, podendo até mesmo se tornar uma fonte de renda caso seu “veículo” conquiste um público considerável. De longe isso não ameaça os grandes conglomerados midiáticos, mas preocupa.</p>
<p>Quando temos um colossal número de segmentos de público que está procurando por novas formas de informação e entretenimento é preciso que a mídia dita tradicional procure se adaptar. Colocar o mesmo vídeo do jornal no YouTube não é modificação; é preguiça. Quando o usuário for ao YouTube, provavelmente ele até já sabe tudo sobre a notícia e está procurando uma visão diferenciada do tema, passando batido pelo seu vídeo “ultrapassado de meia hora atrás”.</p>
<p>A mídia precisa se reinventar. E você, enquanto usuário, precisa criar uma. Tipo, agora.</p>
<p><em>In <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed746_mais_midias_de_um_homem_so" target="_blank">Observatório da Imprensa</a>. </em></p>
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		<title>Estamos preparados para o consumidor do futuro?</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 20:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleyton Carlos Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[consumidor 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[hot]]></category>
		<category><![CDATA[painel]]></category>
		<category><![CDATA[top]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Armindo Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[slide]]></category>
		<category><![CDATA[super consumidor]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Vem aí no ponto de vendas físico ou online o Super Consumidor ou o SuperSumer. É um consumidor bem diferente do que vemos hoje. Ele está conectado 24 horas por dia e quer atendimento a qualquer hora e em qualquer lugar. Uma evolução natural do Prosumer – consumidor e produtor de conteúdo que tem em suas mãos a força da internet para publicar conteúdos e não depende mais dos grandes veículos de comunicação para colocar a boca no trombone. Ele usará dispositivos como o Google Glass e outros que nem sabemos e que nem foram inventados ainda. Mas como se preparar para algo tão desconhecido e inesperado? Não dá pra saber ao certo, mas algumas coisas já podemos inferir. A primeira delas é que os SACs tradicionais já não atendem mais as demandas do consumidor conectado. Se antes tínhamos que ir até nossa casa ligar o computador e mandar um e-mail com a reclamação e esperar talvez 48 horas por uma resposta muitas vezes padronizada e que não atenderia nossa necessidade, agora estamos conectados...</p><p>O post <a href="http://blogmidia8.com/2013/05/estamos-preparados-para-o-consumidor-do-futuro.html">Estamos preparados para o consumidor do futuro?</a> apareceu primeiro em <a href="http://blogmidia8.com">Blog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Vem aí no ponto de vendas físico ou online o Super Consumidor ou o SuperSumer. É um consumidor bem diferente do que vemos hoje. Ele está conectado 24 horas por dia e quer atendimento a qualquer hora e em qualquer lugar. Uma evolução natural do Prosumer – consumidor e produtor de conteúdo que tem em suas mãos a força da internet para publicar conteúdos e não depende mais dos grandes veículos de comunicação para colocar a boca no trombone.</p>
<p>Ele usará dispositivos como o Google Glass e outros que nem sabemos e que nem foram inventados ainda. Mas como se preparar para algo tão desconhecido e inesperado? Não dá pra saber ao certo, mas algumas coisas já podemos inferir. A primeira delas é que os SACs tradicionais já não atendem mais as demandas do consumidor conectado.</p>
<p>Se antes tínhamos que ir até nossa casa ligar o computador e mandar um e-mail com a reclamação e esperar talvez 48 horas por uma resposta muitas vezes padronizada e que não atenderia nossa necessidade, agora estamos conectados com nossos gadgets o tempo todo e não esperamos mais para entrar em contato com o SAC, na verdade às vezes nem entramos mais em contato e apenas reclamamos nas redes sociais. Esperamos assim que a marca esteja monitorando nossa reclamação e resolva o quanto antes nosso problema.</p>
<p>E vem daí a segunda dedução: monitorar o que os clientes estão falando passou de possibilidade para necessidade. E integrar as reclamações dos clientes com os sistemas de informação de marketing e BI (Business Inteligence) passou a ser vital. Se em algumas empresas marketing e atendimento ficam em departamentos distintos, agora uma união destas pontas irá gerar ainda mais inteligência de mercado ao negócio.</p>
<p>Dei uma palestra recentemente sobre o tema:</p>
<p><iframe style="border: 1px solid #CCC; border-width: 1px 1px 0; margin-bottom: 5px;" src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/19983360" height="486" width="770" allowfullscreen="" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<div style="margin-bottom: 5px;">
<p dir="ltr"><strong>Virando o jogo nos SACs</strong></p>
<p dir="ltr">E a última coisa que podemos inferir é: por que não usamos a mesma tecnologia dos clientes nos SACs? Localização por GPS, vídeos chamadas e uso de dispositivos móveis podem dar um ganho incrível nessa batalha do consumidor plugado com empresas que ainda teimam em ser analógicas. E se você acha isso impossível, acompanhe o vídeo abaixo:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/SS_aR99Nxrg" height="480" width="770" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p dir="ltr">O vídeo está em inglês mas basicamente uma consumidora recebe a câmera quebrada, entra em contato com o SAC que já identifica o defeito e fala que irá trocar o produto, porém como a cliente precisa do produto o quanto antes a equipe localiza uma loja que tem a câmera nas imediações da casa da cliente. Pode parecer tudo muito utópico para a realidade brasileira, mas sinto que precisamos pelo menos discutir estas novas relações você não acha?</p>
<p dir="ltr"><em>Armindo Ferreira é consultor de marketing e criador do <a href="http://www.smsp.com.br" target="_blank">SMSP</a> e <a href="http://www.comunicavale.com.br" target="_blank">Comunicavale</a></em>.</p>
</div>
<p>O post <a href="http://blogmidia8.com/2013/05/estamos-preparados-para-o-consumidor-do-futuro.html">Estamos preparados para o consumidor do futuro?</a> apareceu primeiro em <a href="http://blogmidia8.com">Blog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Pesquisas de marketing: verdade ou mito?</title>
		<link>http://blogmidia8.com/2013/05/pesquisas-de-marketing-verdade-ou-mito.html?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pesquisas-de-marketing-verdade-ou-mito</link>
		<comments>http://blogmidia8.com/2013/05/pesquisas-de-marketing-verdade-ou-mito.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 May 2013 16:26:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleyton Carlos Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[hot]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[painel]]></category>
		<category><![CDATA[top]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Roberta Schaffer]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>As pesquisas são meios de entender vários aspectos dentro de um mercado e teoricamente são feitas para ajudar a traçar objetivos e tomar decisões. Atualmente estão sendo exaustivamente usadas, porém será que elas realmente devem ser vistas assim, como verdades absolutas? Os objetivos das pesquisas de marketing são nobres e inquestionáveis, pois já é sabido que quanto mais uma organização conhece seus públicos mais ela consegue tomar decisões assertivas para satisfazer todas as partes envolvidas no processo de marketing. Recentemente, enquanto presenciava a caos aéreo do Brasil, esperando mais de 5 horas por um vôo doméstico, me deparei com o seguinte livro “Por dentro da mente do consumidor:- mito das pesquisas de mercado, a verdade sobre os consumidores”, escrito por Philip E. Graves. O autor aponta vários problemas em pesquisas de marketing convencionais, e estas me fizeram repensar se essas pesquisas devem ser levadas como verdades absolutas, se os métodos utilizados não cairam no senso comum e se o Google Docs virou uma ferramenta para ajudar a difundir pesquisas sem fundamentos e...</p><p>O post <a href="http://blogmidia8.com/2013/05/pesquisas-de-marketing-verdade-ou-mito.html">Pesquisas de marketing: verdade ou mito?</a> apareceu primeiro em <a href="http://blogmidia8.com">Blog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As pesquisas são meios de entender vários aspectos dentro de um mercado e teoricamente são feitas para ajudar a traçar objetivos e tomar decisões. Atualmente estão sendo exaustivamente usadas, porém será que elas realmente devem ser vistas assim, como verdades absolutas?</p>
<p>Os objetivos das pesquisas de marketing são nobres e inquestionáveis, pois já é sabido que quanto mais uma organização conhece seus públicos mais ela consegue tomar decisões assertivas para satisfazer todas as partes envolvidas no processo de marketing.</p>
<p>Recentemente, enquanto presenciava a caos aéreo do Brasil, esperando mais de 5 horas por um vôo doméstico, me deparei com o seguinte livro “<em>Por dentro da mente do consumidor:- mito das pesquisas de mercado, a verdade sobre os consumidores</em>”, escrito por Philip E. Graves. O autor aponta vários problemas em pesquisas de marketing convencionais, e estas me fizeram repensar se essas pesquisas devem ser levadas como verdades absolutas, se os métodos utilizados não cairam no senso comum e se o Google Docs virou uma ferramenta para ajudar a difundir pesquisas sem fundamentos e com resultados irrelevantes.</p>
<p>Hoje em dia, todos querem fazer uma pesquisa, não importa a qualidade da fonte de dados e os inúmeros aspectos que envolvem estudos como estes. Apenas querem 1000 questioários respondidos para colocar em um Excel, ter as tão esperadas respostas e começar um relatório dizendo A PESQUISA REVELOU&#8230; Mas vamos repensar sobre alguns pontos..</p>
<p><strong>1.</strong> Quando somos abordados por uma pessoa que deseja fazer uma pesquisa ou um questionário somos influenciados por vários aspectos, algum deles são totalmente inconscientes e podem distorcer nossas respostas. Nosso humor, se estamos com pressa ou não, se queremos ser educados ou até a incosciente e tão discutida busca pela resposta perfeita. Ou seja, será que somos sinceros e nossas respostas refletem nossas reais atitudes?</p>
<p><strong>2.</strong> Quando somos questionados sobre um tema a pergunta nos leva para algo que não está acontecendo no momento, algo que deve ser imaginado/recordado, uma situação hipotética ou que nos faz responder algo recorrendo a memória, ou seja, o simples fato de responder uma pergunta já distorce a realidade.</p>
<p><strong>3.</strong> Quando as respostas são falsas, a confiança nas estatísticas que podem ser atribuídas a elas é irrelevante. Sim, estudos repetidos podem causar resultados semelhantes, mas isso não significa que os resultados originais estejam corretos. O fato de as pessoas reagirem da mesma forma a processos de questionamentos executados de forma consistente não diz nada além de que a relação de causa e efeito da pesquisa é consistente.</p>
<p>Sabendo desses problemas, como devemos proceder? Qual é a solução? Com certeza, isso ainda deve ser muito discutido, mas creio que a observação pode ser uma saída, o tempo do processo de pesquisa se estende muito, mas o resultado será mais satisfatório. A observação sem objetivo também não é muito útil. Primeiro temos que ter um objetivo, o que estamos buscando com tal pesquisa, um roteiro é imprescindível, anote, repare, encontre semelhanças, pergunte &#8211; não como se estivesse lendo um questionário &#8211; se envolva no meio, se integre ao contexto para ter uma visão mais profunda do que está querendo encontrar. Vale lembrar que algumas pesquisas convencionais são muito bem feitas e tem toda a credibilidade, mas isso não se reflete a maioria delas.</p>
<p><em>Por Roberta Schaffer, profissional de comunicação pós-graduada em marketing digital pela UFPR com mais de 5 anos de experiência no mercado. Atualmente trabalhando em Londres para a empresa <a href="http://www.basekit.com.br/" target="_blank">basekit</a>.</em></p>
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		<title>Conheça os 10 sortudos que irão na faixa ao Afiliados Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 13:41:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleyton Carlos Torres</dc:creator>
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<p>A regra era simples: bastava deixar um comentário no post da promoção relatando a sua vontade de ir no evento e aprender com os maiores profissionais da área todos os truques para gerar receita na web. Era preciso inserir um e-mail válido, pois usaríamos o sistema Random para gerar o sorteio dos 10 felizados.</p>
<p>Bom, o sorteio já foi realizado e para preservar os e-mails dos vencedores, publicaremos apenas os nomes dos felizados. Lembrando, é claro, que os nomes são apenas para fins de divulgação, ilustrativos. Os vencedores receberão por e-mail os dados para gerarem o cupom FREE e poderem ir ao Afiliados Brasil na faixa!</p>
<ol>
<li>Kauê Krischnegg;</li>
<li>Daniel;</li>
<li>Emanuelle;</li>
<li>Lucas Ribeiro;</li>
<li>William;</li>
<li>Leonardo Leal;</li>
<li>Guilherme Santos;</li>
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<li>Douglas Archanjo;</li>
<li>Gustavo Freitas.</li>
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<p>Parabéns a todos! <img src='http://blogmidia8.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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