Review Category : Tamyris Torres

Como as redes sociais e m-commerce se tornam a cada dia mais influentes

As redes sociais como agente influenciador no consumo de produtos/serviços entre a sociedade estão a cada dia mais sólidas e fortes entre o meio digital. A consulta destes mesmos itens compráveis, antes mesmo de serem vistos in loco ou testados, é feita entre os internautas nos principais meios digitais. E, o produto/serviço são valorizados caso tenham perfil nas redes e principalmente se são presentes e atualizados constantemente seguindo as regras deste mercado. Grandes marcas possuem suas páginas para os fãs, seus microblogs, entre outros. Porém, não basta apenas ter para ter presença nestas redes sociais. É preciso falar a língua dos consumidores. É importante saber o que eles querem ver, o que eles vão achar bacana de compartilhar e de curtir. Trata-se de um estudo do comportamento deste consumidor que antes de comprar determinado produto, quer se divertir e se distrair nas redes destas empresas. Ou seja, ele quer e gosta de sentir-se parte da empresa e não apenas uma pessoa que vai comprar porque precisa daquilo. O consumidor não... ...

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A difícil tarefa de cativar o leitor na era do “nada mais é novidade”

Todo jornalista se pergunta o que fazer para mostrar ao público que o seu texto é digno de ser lido até o final. Num mundo onde tudo está disponível e que em menos de um minuto tudo se transforma e é compartilhado sem a menor dificuldade, como se fidedigna seu leitor? Os mais apocalípticos diriam que não tem jeito, caímos no ostracismo de lermos apenas os leads e, se ainda por cima, o texto for online, que seja o menor possível. Isso faz com que pelo menos o leitor ouse ler cerca de 5 parágrafos. Isso se estiver bem redigido. É bem verdade que a busca por conhecimento crítico, tempo para leitura e apreço pelo o que o outro escreve está bem escasso. Mas, por que blogs e sites ainda se mantêm, no entanto? Partimos do seguinte pressuposto: ter total consciência que, de fato, não existe uma busca por conhecimento profundo em sites de generalidades. Se este for o caso do jornalista, não há para onde correr. Será preciso sintetizar e adivinhar exatamente... ...

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Manifestação nas redes sociais é manifestação?

Nos últimos meses temos visto centenas de “manifestantes” blasfemando via mídias sociais. Isso realmente é um manifesto? Desde que as plataformas de redes sociais se tornaram algo mais palpável entre os internautas, podemos ver que muitos deles possuem aquela vontade de falar sobre o que pensam, de reclamar sobre seus anseios e frustrações. Mas, será mesmo que esses manifestantes querem ser ouvidos? Será que as suas intenções estão envolvidas com o ideal social que tange as manifestações públicas? Somos um país acostumado a estudar cedo sobre manifestações sociais. Os livros de história, ciências sociais, geografia, literatura, entre outros, têm uma gama enorme sobre o período mais intenso e repugnante da história recente do Brasil. A Passeata dos Cem Mil foi um protesto conta à ditadura militar, sofrida na década de 1960 e bastante repercutida no mundo, além de fotografada por muitos jornalistas, inclusive o maior fotojornalista da época, Evandro Teixeira. O período ao qual me refiro ficou conhecido como o mais interessante quando o assunto é manifestação social entre aqueles... ...

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A opinião pública não existe

21% dos brasileiros acham que a liberdade de imprensa não existe no país, segundo pesquisa realizada no Instituto Gallup. Os brasileiros responderam à seguinte pergunta: “você acha que a imprensa do seu país é livre?”. 67% acham que a imprensa brasileira tem liberdade suficiente. Este texto não pretende defender se a liberdade de imprensa é ou não presente. Ele apenas reforça o que Bourdieu havia decretado há décadas. Ok. Vamos lá. Eu adoro pesquisas desse tipo porque me faz amar ainda mais Pierre Bourdieu. Em primeiro lugar o Instituto Gallup não divulgou quantos brasileiros foram submetidos na pesquisa. E em segundo lugar, opinião pública não existe, oras! O que me faz concluir é que podem muito bem ter entrevistado 200 vizinhos, onde 67% acham que sim e 21% acham que não, certo? E aí você lê isso em casa achando que esse quadro configura uma realidade nacional. Ah, mas os institutos de pesquisa que são sérios não fariam isso… beleza. Digamos que resolveram fazer uma pesquisa nacional em que se... ...

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O jornalismo também deve ser empreendedor

Terminar uma faculdade já não é uma tarefa fácil. Para quem escolhe a área de comunicação, então, as coisas se complicam um pouco mais por conta do mercado saturado no Brasil. Quem deseja uma certa liberdade que não é deleite para quem possui a carteira assinada, deve saber que nem por isso se trabalha menos. Como já dizia o Homem-Aranha, “grandes poderes, grandes responsabilidades”. O jovem que pretende alçar voos mais altos no jornalismo e pretende abrir o seu próprio negócio precisa planejar muito bem seus passos. Precisa ter em mente que, antes de qualquer coisa, possuir experiência em diversas áreas da comunicação é de suma importância para exercer o seu trabalho, pois se trata do ponto-chave para dar credibilidade na abertura de seu negócio. Quem é freela sabe que ter bons contatos e um texto excepcional é fonte primária para ótimos contratos temporários. Incrementar o currículo e passar por experiências em redações, assessorias de imprensa, agências de notícias etc. são diferenciais que ajudarão ao próprio empreendedor entender o que... ...

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Eu sou um pedreiro sem massa: identidade visual – parte 3

Quando você muda sua identidade visual mais de uma vez por ano. Quando eu ainda era uma graduanda, me disseram que para manter uma identidade visual de um cliente era preciso planejamento, uso correto de elementos visuais e autenticidade. Contudo, algumas empresas costumam cair em erros que podem comprometer sua credibilidade no mercado. Minha visão entende que se mudarmos constantemente uma identidade visual, obviamente ela deixa de ser identidade. Partindo deste pressuposto, há de se tomar alguns cuidados quando a necessidade de mudar um elemento gráfico se torna evidente. Pesquisas e vários testes são realizados com o intuito de verificar as melhores alternativas. Não é do dia para noite que se monta um planejamento de identidade visual novo. E, também, não é só porque você acha aquele fio incômodo que eu vou ter que trocar. Não é você que escolhe e aprova uma logo, por exemplo. Muito pelo contrário, é o seu cliente que escolhe se ele é boa o suficiente para ganhar o seu elogio. E, cá para nós, é... ...

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Eu sou um pedreiro sem massa: jornalismo – parte II

Quando nos vemos obrigados a publicar conteúdo incoerente. Jornalista é raça que entra na faculdade pretendendo mudar o mundo. Eu sei bem. Eu pertenço à ela. Anos depois você descobre que pode mudar o mundo, mas que antes precisa se sustentar. Dias desses eu estava lendo Pierre Bourdieu e a opinião pública. Sabe aquele lance que quando não temos base para sustentar o nosso texto nós falamos que se trata de senso comum? Pois então, senso comum das aparecidas, ajude-me a mostrar que o que eu penso faz sentido! Bate o relógio na redação. São 8h da manhã e o seu deadline tem uma hora exata para gritar que chegou ao fim. Você naquele dilema nietzschescosem saber para quem ligar e pedir uma opinião. Seu chefe quer e você não! Seus textos sempre pautados em linhas de raciocínio que condizem com a demanda de sua editoria. Você se vangloria de escrever o que acha ser de grande valia até que recebe aquele pedido nada a ver só para divulgar um... ...

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Eu sou um pedreiro sem massa: redes sociais – parte I

Quando só nos resta rezar, mas se você não tem fé, não custa apelar para o plano B ou C, D, E… A ideia desta série partiu de outra mente pensante e criativa pertencente a um amigo, o agora estagiário Ramon Sousa. Estávamos discutindo uma série de fatores e acontecimentos que nos levam a acreditar que – pelo menos naquele momento – você foi um pedreiro sem massa. O paradoxo surge do pressuposto que seria impossível um webwriter trabalhar sem internet, um cirurgião trabalhar sem bisturi, um professor sem livros e porque não um pedreiro sem massa? E, portanto, é responsabilidade do provedor dessas ferramentas a capacidade de o funcionário poder trabalhar oferecendo 100% de desempenho. O tema central, o primeiro deste artigo, será sobre as medidas de prevenção quando uma crise assola uma empresa que concentra boa parte de seus esforços nas mídias sociais. Imagina se por acaso o seu provedor dar pau e seu analista de mídias sociais ficar sem poder publicar nos perfis? O que fazer? Aqui vão alguns... ...

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O que os rádios têm em comum com as mídias sociais?

Uma mídia que, no Brasil, tem mais de 80 anos e que foi inaugurada oficialmente do alto do Corcovado poderia ter alguma coisa em comum com uma mídia que a priori reúne todos os avanços tecnológicos imagináveis e inimagináveis? Existe uma pequena palavra que é capaz de conjecturar a universalidade de ambos os meios de comunicação aqui citados: a instantaneidade. Sabe o porquê que o rádio não morreu e nem está enfermo? Exatamente porque nele está presente o que não se encontra nos impressos e nem na TV, ou seja, a capacidade de falar diretamente com o público e manter uma relação mais próxima. O rádio está tão presente quanto às mídias sociais estão nas vidas dos cidadãos brasileiros e, por ser o primeiro veículo de comunicação de massa que proporcionou o imediatismo à notícia, pois ele é capaz de difundir o fato no mesmo momento em que ele acontece (Beltrão, 1968), tem muito que ensinar para os alfarrábios da comunicação online. O rádio permite que o homem torne-se parte... ...

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Não confunda as suas redes sociais com as de seus clientes

Se você está começando agora a cuidar dos perfis de algumas empresas e não sabe muito bem por onde começar, cuidado ao expressar a sua opinião nessas contas e preste muita atenção ao se sentir coagido em escrever na sua rede social.  Ao iniciar um planejamento de comunicação para uma empresa, você deve se concentrar em alguns fatores importantes que podem servir de gancho para uma divulgação nas mídias sociais, criar alguns relatórios, escrever textos específicos para cada mídia, convencer das potencialidades dos serviços ou produtos que você está oferecendo e embarcar com tudo para transformar a marca de seu cliente em um negócio rentável, conhecido e bem sucedido. Porém, ninguém está livre das reclamações que mais cedo ou mais tarde aparecem na sua timeline, caixa de mensagem, mural ou e-mail e, para isto, há de se tomar alguns cuidados, conversar com o cliente, estabelecer um plano de gerenciamento de crise e nunca expressar a sua opinião sobre o que está em questão. Não é de grande valia, por exemplo,... ...

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