Vivemos um momento muito especial para o mercado editorial com a definitiva popularização dos tablets. Estamos surfando numa verdadeira onda revolucionária nesse campo, similar ao que viveu há alguns anos a indústria fonográfica em relação aos impactos do padrão mp3, dos tocadores portáteis e da internet. Sem desejar iniciar um debate polêmico sobre a hipótese dos tablets substituirem o livro impresso, o fato é que eles indiscutivelmente abrem novas perspectivas para o campo da leitura e, principalmente, para a educação. Esta já é uma realidade pelo menos para as crianças da rede pública, pois o MEC recentemente anunciou que irá distribuir tablets para as escolas públicas em 2012, investindo aproximadamente 70 milhões de reais neste projeto. Além de diminuírem o peso das mochilas, condensando centenas de livros para algo como menos de 1 KG, os tablets trazem a animação e interatividade para as histórias infantis, tornando a leitura uma aventura ainda mais divertida, como aposta Luciana Marques, pedagoga, pós-graduada em informática na educação, professora há 23 anos e colunista da rádio... ...
