Review Category : Giácomo Degani

O lugar da notícia não é mais no jornal impresso, mas sim na web

“As notícias não devem mais estar nos jornais, mas sim na internet”, foi o que disse Lionel Barber, editor de publicação do Financial Times. O jornal inglês está iniciando um plano de “revolução digital”, que irá levá-lo a realizar transformações constantes no seu modelo de negócios. Segundo o editor do Financial Times, a função dos jornais impressos está se modificando ao longo dos últimos anos. Não há mais sentido em estampar nas capas dos jornais impressos as notícias do cotidiano, as últimas notícias, as “quentes”. Estas já foram vistas pelas pessoas, há muito tempo, na internet. O caminho – e não há ineditismo na fala do jornalista do FN – é a elaboração de reportagens com profundidade, que expandam a superficialidade do que é colocado na internet, com muita análise e comentários que enriquecem as matérias. “A web é muito mais o primeiro rascunho da história, embora deva seguir obviamente as regras do bom jornalismo, bem fundamentado, com fontes e confiável. Claramente, a notícia no jornal impresso demandará mais esforço... ...

Leia mais →

Cool hunting: o que é e como pode ser útil para as empresas

Cool hunting é a arte e a ciência de decifrar tendências. É uma arte porque envolve criatividade estratégica, mas pode ser encarado como ciência quando tem a sua disposição investigação, observação e análises. Essa é a definição de Víctor Alejandro Gil Mártil, no seu livro cool hunting, olha o link. Cool hunting tornou-se um recurso interessante e rentável para as empresas porque permite que elas incorporem novidades e tendências de comportamento ao seu negócio. As ideias, preconceitos, ideais, sonhos, desejos e motivações de compra se modificam com o tempo. Por isso, para que as empresas se perpetuem e aproveitem novas oportunidades de negócios, é necessário acompanhar essas transformações da sociedade e dos mercados. Conheça hoje o que seu cliente pode demandar amanhã! O cool hunting, no entanto, não se limita a descrever mudanças nos comportamento dos consumidores. O caminho é entender as motivações que explicam as mudanças. Somente desta forma é possível distinguir fenômenos de caráter efêmero ou duradouro. Vamos conhecer o caso espanhol e chegar até a notícia de hoje.... ...

Leia mais →

7 ferramentas para gerar infográficos a partir das redes sociais

Melhorar a qualidade da visualização dos dados continuamente é uma tarefa de qualquer indivíduo que trabalhe com marketing, publicidade ou informação. A capacidade de elaborar relatórios que consigam efetivamente impactar o cliente e demonstrar a grandeza dos dados é um diferencial para quem vive este mercado. Abaixo separei alguns sites/softwares que oferecem interessantes esquemas de visualização de dados, seja automaticamente ou através da inserção manual de dados: 1. WolframAlpha É um software para gerar gráficos de fácil digestão a partir do seu perfil pessoal. Apesar de considerá-lo pouco útil do ponto de vista comercial, penso que ele poder oferecer insights para construção de outros tipos de gráficos. Também é interessante para você analisar melhor o seu comportamento nas redes sociais. Confira aqui. 2. Visual.ly É outro site que produz belos infográficos a partir dos seus dados no Twitter, Facebook ou LinkedIn. Você pode customizar alguns deles para gerar infográficos interessantes. Se você partir para o uso pago da ferramenta, poderá produzir infográficos também para fanpages e marcas. Com o Visua.ly,... ...

Leia mais →

Targeted content: o marketing hiper personalizado

O sucesso de um conteúdo pode ser medido pela capacidade que ele possui de atingir sua audiência alvo e sobre ela provocar o efeito desejado.  O bom conteúdo precisa cumprir duas etapas. Na primeira, ele precisa alcançar o target, precisa ir até as pessoas certas: os compradores de cavalo, viciados em séries ou os anunciantes. Na segunda etapa, o conteúdo, pensado e produzido especificamente para aquela audiência, deve ser capaz de impressionar, vender a empresa, a ideia, gerar awareness, links ou que você quiser. As pessoas são diferentes, tem necessidades distintas, não pensam nem reagem da mesma maneira. Por isso é razoável pensar que um conteúdo personalizado ao nível do indivíduo terá mais chances de cumprir o seu objetivo. Pois bem, apresento o targeted content ou, em uma tradução livre, o conteúdo direcionado. Prefiro chamar de conteúdo hiper personalizado. O targeted content fala com uma pessoa específica (um potencial cliente), com uma necessidade específica, no momento mais provável dele cumprir o “call to action” desejado. Em outras palavras, o conteúdo... ...

Leia mais →

O impacto da “call to action” no engajamento dos usuários no Facebook

A “call to action” (chamada para uma ação) tem um papel decisivo no engajamento dos usuários no  Facebook, pelo menos é o que diz o mais recente estudo do HubSpot. Se você quer que os usuários executem uma ação específica, precisa dar o comando claro e direto. Isso significa que se sua intenção é fazer com que as pessoas curtam a página da marca ou um post, você precisa simplesmente pedir: “por favor, você poderia curtir este post?” ou “você poderia curtir a minha página e divulga-lá para seus amigos?”. Na primeira experiência, o gráfico indica que os posts que contém a palavra “like” tem quase o dobro do número de curtidas do que os posts que não a tem. A análise tem como base os 10.000 posts com o maior número de likes da história do Facebook. O número de comentários também é maior. Os posts que contém a palavra “share” (em português, “compartilhe”) também possuem uma quantidade maior de compartilhamentos, em outras palavras, mais sucesso no CTA ao que... ...

Leia mais →

Dicas de como melhorar o rankeamento de um vídeo no YouTube

Um entendimento básico de SEO pode ajudar você a melhorar muito o rankeamento de um vídeo no YouTube. No entanto, se a qualidade do conteúdo do seu vídeo não for boa e se ele não for interessante, não haverá conversão. Melhorar o rankemento não tornará o seu vídeo o último viral da internet. Mas vamos lá: como tornar o seu vídeo mais “findable”, mais bem colocado nos mecanismos de busca do Youtube? Confira algumas dicas: Busca de palavras-chave (keywords) Para otimizar o seu vídeo você precisa de um estudo de keywords. Isso significa conhecer as frases, palavras ou expressões que os usuários poderão utilizar na busca pelo seu vídeo. Algumas são óbvias e você não terá dificuldade em encontrá-los mesmo sem ajuda de qualquer ferramenta ou software. Outras, no entanto, o senso comum não será capaz de decifrar. Para isso você precisará de duas ferramentas bem legais do nosso amigo Google: Google Keyword Tool e YouTube Keyword Tool. Como estamos falando de YouTube, a segunda será mais importante, embora não... ...

Leia mais →

Jornalismo digital: pelo fim da guerra entre homens e robôs

O medo de que os robôs possam substituir as atividades humanas, nas mais diversas áreas, continua a afligir a sociedade, o que gera debates de distintos cunhos, níveis e relevância. Em artigo publicado na Folha Online, Evgeny Morozov, analista da New America Foundation, levanta a possibilidade de que os jornalistas tenham seu trabalho substituído gradativamente por robôs. A razão da desconfiança é o surgimento de empresas como a Narrative Science que consegue transformar dados em notícias prontas para serem publicadas em qualquer jornal. Focadas em atender alguns nichos como o econômico ou o esportivo, o software da empresa transforma informações sobre eventos como a alta do dólar, a queda da bolsa ou a lesão de um jogador de um futebol em notícia em aproximadamente 1 segundo. Sou inteiramente a favor da utilização da tecnologia na melhora da qualidade da produção jornalística ou de qualquer outra atividade. É a máquina como extensão das capacidades do homem, facilitando o que nos é custoso e desnecessário, e nos substituindo naquilo que ela pode fazer melhor. O jornalista... ...

Leia mais →

As grandes verdades mentirosas da comunicação digital

Uma vez me disseram que um vídeo feito para ser visto na internet não deveria ter mais que três ou quatro minutos. Quem ultrapassasse o tempo recomendado certamente não alcançaria sucesso. Afinal, como diz NicholasCarr, em seu mais novo livro, somos uma geração superficial e incapaz de se concentrar em uma atividade “séria” por períodos prolongados. Por isso, nós profissionais da comunicação decidimos que quando for para produzir material áudio-visual para internet ele terá de respeitar estas tais normas. Ora, somos um público homogêneo e previsível, não? Quer dizer, isso na melhor das hipóteses. O que se vê, em geral, são os veículos de comunicação colando as matérias televisivas em seus sites numa confusão de linguagens, texto dizendo o mesmo que imagem. Além das empresas que, ainda hoje, se recusam a investir em conteúdo próprio para a internet. Na semana passada, tive acesso ao vídeo Kony 2012, o qual você provavelmente já deve ter visto. Já deve saber também que ele tornou-se o viral mais rápido da história, pois alcançou 70 milhões de... ...

Leia mais →

Redes sociais: os 6 mitos sobre monitoramento de marcas

O monitoramento da presença digital de marcas na internet é uma atividade que tem ganhado reconhecimento no mercado. Aos poucos, as empresas estão amadurecendo o seu entendimento sobre o universo digital e já passaram a valorizar o trabalho constante, diário e indispensável de monitorar. Hoje, inspirado pelo livro Measure What Matters, de Katie Delahaye Paine, decidi trabalhar como caçador de mitos e tentar expurgar de uma vez por todas as lendas propagadas por quem desconhece a atividade. Antes de mais nada, é importante entender que contar é muito diferente de medir. Contar é apenas numérico (100 tweets, 100.000 curtidas…); medir é entender o que esses dados significam e, então, usá-los para melhorar as práticas de mercado de uma empresa. Isso pode ajudar a estabelecer prioridades, alocar recursos e tomar decisões. Sem isso, os palpites prevalecem e não se aprende com os erros. Hoje, a principal preocupação e orientação de uma empresa ou profissional que trabalhe nesta área deve ser trabalhar para que o produto do monitoramento tenha grande validade para a empresa/cliente. Com... ...

Leia mais →

A indústria do livro está perdendo o trem da evolução digital

Enquanto a música, a televisão e o jornalismo já tentam lidar com um mundo de cultura digital ascendente e completamente integrada ao modo de vida moderno, a indústria do livro parece ter perdido o trem da evolução e insiste em ficar estagnada. Iniciativas como a iTunes Store e os novos modelos de negócio para o jornalismo demonstram o interesse e a necessidade das indústrias em se adaptarem aos novos hábitos e costumes. As livrarias, os editores e todos os outros agentes da cadeia do livro seguem adormecidos, e o que antes era uma oportunidade de negócio já se tornou um imperativo, condição de sobrevivência. Nos últimos anos, nos Estados Unidos, o número de livrarias independentes (pequenas, desvinculada das grandes redes) caiu de 10.000 para 2.000. Nos últimos três anos (2009, 2010 e 2011) caiu em 16% o número de empresas distribuidoras de livros em todo o mundo. Sem esforço, é evidente que a indústria livreira está passando por sérias dificuldades e se por um lado ainda não sabe quais os... ...

Leia mais →