Review Category : consumidor 2.0

Web 2.0: a revolução na maneira de consumir

Já reparou como produção e o consumo se transformaram de alguns anos pra cá? Antes era tudo preto no branco – no máximo, para os mais ousados, era branco no preto. E agora, qual a diferença? Um abismo colossal entre empresas como Dell, Google e Apple (tecnologia) contra as tradicionais GM e Ford (consumo padrão), por exemplo. Havia uma linha de produção, planejada por um departamento, produzida por uma empresa para um público-alvo específico. Hoje temos linhas de produção customizadas, cada região do planeta, do país ou do estado quer um produto para chamar de seu. Temos um departamento que agrega valores e conteúdos originados nos próprios consumidores colaborativos. Há a marca que produz, mas dificilmente ela é vista como uma empresa, pois os parâmetros corporativos viraram história. E há, ainda, a maximização do chamado público-alvo: até onde se tem notícia, Marte promete ser um mercado promissor! O que acontece é que algumas empresas se revolucionam com a web 2.0. Sabem a diferença entre evolução (quando algo é apenas melhorado,... ...

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As diferenças entre o consumidor virtual e o do varejo

Segundo levantamento da e-bit, renda média de e-consumidores é maior do que a dos que compram fora de casa. Os e-consumidores têm renda média familiar maior do que os consumidores que realizam compras off-line. É o que indica a primeira edição da Pesquisa Cross Channel, realizada pela e-bit, em parceria com o Instituto Análise. De acordo com o levantamento, o orçamento médio dos consumidores que realizam compras em lojas on-line é de R$ 3.560,79, ante R$ 1.444,52 daqueles que vão apenas às lojas físicas. Outro dado indica que 80% dos adeptos às compras virtuais encontram-se na faixa entre 25 e 59 anos, enquanto 66% dos consumidores do varejo tradicional representam a mesma faixa de idade. O estudo também apontou para a diferença entre os meios de pagamento utilizados nos dois canais. Os clientes virtuais preferem utilizar o cartão de crédito, tanto na web, quando no varejo físico. Já as pessoas que compram exclusivamente fora de casa utilizam mais o dinheiro na hora do pagamento. Para adquirir produtos de maior valor... ...

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Mudança de comportamento do consumidor faz indústria da mídia se reinventar

As empresas da área de mídia e entretenimento estão passando por uma fase de reinvenção, com foco em investimentos nas tecnologias digitais, que permitirão o relacionamento direto com o consumidor e o aumento do faturamento, revela pesquisa da Accenture, que inclui o Brasil entre os 17 países que tiveram executivos entrevistados. O estudo ainda encontra um consenso entre os mais de 100 executivos sênior pesquisados: a abordagem multiplataforma para a distribuição de conteúdo impulsionará o crescimento do faturamento da indústria. Quase dois terços (65%) dos pesquisados citaram novas plataformas como celulares e consoles de games como a principal fonte de receita no futuro. E, apesar da crise econômica, mais de dois terços (69%) disseram que suas companhias aumentaram os gastos em seus canais digitais em 2009, com o objetivo de melhorar a habilidade de entrega em múltiplas plataformas. Entre os principais resultados estão: Novas plataformas, novas áreas de crescimento – os executivos entrevistados acreditam que a fonte primaria de crescimento de faturamento nos próximos três anos será a mobilidade/wireless (53%)... ...

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Consumidor online é mais jovem e ganha o dobro, diz pesquisa

80% dos adeptos a compras na web têm entre 25 e 59 anos. Renda média familiar dos consumidores é de R$ 3.560. Os consumidores que optam pelas compras via internet são mais jovens e ganham mais que o dobro dos que preferem o varejo tradicional, constatou pesquisa divulgada nesta pela E-bit, empresa de informações sobre comércio eletrônico. De acordo com o levantamento, enquanto 80% dos adeptos às compras virtuais têm entre 25 e 59 anos, 66% dos consumidores de lojas se encontram nessa faixa de etária. A renda média familiar do e-consumidor é de cerca de R$ 3.560, enquanto os que realizam suas compras off-line ganham R$ 1.444. O consumidor virtual recorre às lojas principalmente para escolher produtos que ele quer tocar e experimentar, como alimentos, roupas e perfumes. Esse comportamento aponta que há demanda para novas plataformas nos conceitos Web 2.0. “As lojas que comercializam esse tipo de produto podem disponibilizar vídeos, opiniões de consumidores e imagens 3D para que seus clientes sintam-se mais confiantes”, sugere o diretor geral da... ...

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Redes sociais aumentam poder do consumidor

Antes limitados ao balcão da loja e aos telefonemas e cartas para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), clientes insatisfeitos com produtos e serviços vêm utilizando mais a internet como meio de influenciar as decisões das marcas que consomem. De olho nesse comportamento, grandes companhias estão usando as redes sociais como fonte de inspiração para alterações na concepção de produtos e serviços. No ano passado, a PepsiCo do Brasil relançou no mercado o salgadinho Doritos Original depois de identificar comunidades online que pediam a volta do produto. A marca mantém uma rede virtual na qual as pessoas podem conversar e enviar sugestões. O site possui 400 pessoas cadastradas, que já deram cerca de 700 dicas para o produto. Segundo o gerente de marketing da PepsiCo, Alexandre Chiavegatti, um dos resultados da iniciativa foi a criação da versão apimentada do salgadinho, um dos pedidos mais frequentes entre os usuários da comunidade online da empresa. A Unilever é outra empresa que tem investido na web. A linha de desodorantes Axe, marca... ...

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Consumidor 2.0: ele desafia as empresas

O uso da web pelo consumidor ainda está concentrado na busca de promoções ou dos melhores preços. De acordo com os dados da Deloitte, 48% usam a rede com essa finalidade. As empresas, de seu lado, concentram suas ações em atividades para aumentar e melhorar o relacionamento, uma das prioridades para 53%.   “O grande desafio hoje é saber como monitorar o que está sendo dito sobre a empresa na rede e ser capaz de tirar proveito disso”, diz Patrícia Dias de Sousa, diretora da Deloitte. Oportunidades  Saber aproveitar as novas tecnologias pode ser um trunfo. Em 1992, o Magazine Luiza lançou sua primeira loja virtual, em que as encomendas são feitas através do computador. Trata-se de uma loja em que o consumidor vai e é atendido por um vendedor, que faz o pedido online. As mercadorias não ficam na loja, portanto não envolve custos com armazenagem e estoque. “Hoje temos 62 lojas virtuais, principalmente em cidades do interior. Elas têm o potencial de alcançar até 50% do faturamento de uma... ...

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O consumidor está mudando. Quer um conselho? Mude com ele

Há um novo tipo de consumidor que valoriza aspectos mais subjetivos nos produtos. Compreender os fatores que o motivam pode significar o futuro de uma empresa e do seu trabalho. O que representa uma compra? Objetivamente, é o processo pelo qual nos envolvemos ao adquirirmos algo que nos traga valor ? mas não somente o valor na utilidade-fim daquilo que compramos, e sim de todo o conjunto de experiências que aquilo nos trará, desde o momento da compra até o dia em que não nos terá significância nenhuma, onde iremos vendê-lo, passá-lo adiante ou simplesmente jogá-lo fora. Quando compramos alguma coisa (um automóvel, por exemplo), colocamos tudo ?na balança? relacionando sempre com o que vamos pagar por isso: o design, durabilidade, status, espaço interno, conforto, consumo, manutenção, preço de revenda, dentre outras coisas. Vale cada centavo que está sendo pedido? Cada pessoa cria seus próprios itens de valor estabelecendo insonscientemente ?pesos? na avaliação destes itens. Chama a atenção hoje o fato de que a própria finalidade do produto tem um... ...

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O que o consumidor 2.0 pensa das marcas?

O universo das mídias sociais pode parecer caótico à primeira vista. E de fato há muitas razões para pensar que se trata de um ambiente cujo acompanhamento é impossível ou, no mínimo, complicadíssimo:  diversos sites, uma infinidade de aplicativos, posts e comentários que surgem freneticamente. Mas as empresas têm hoje ferramentas capazes de organizar o dilúvio da informação que trafega pelas mídias sociais e, assim, obter melhores condições para preparar suas estratégias digitais. Embora cada ferramenta tenha sua peculiaridade, em linhas gerais os instrumentos disponíveis no mercado se propõem a fazer um rastreamento do boca-a-boca digital a respeito das empresas – e também por temas de interesse, como política, esportes etc – e emitir relatórios com informações sobre o que se diz das marcas, quando, como, onde, quantas vezes e por quem. Comportamento digital Alguns dos softwares possuem um refinamento maior, como a classificação da relevância dos consumidores que fazem comentários e a separação por contexto – dessa forma, sabe-se quando a palavra “Oi”, por exemplo, foi utilizada para se referir à... ...

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5 segredos das marcas para atrair consumidores online

Empresas precisam se destacar num mundo em que tudo parece caminhar para a comoditização. Um mundo em que todos os produtos são “novos”, “super”, “o mais barato”, “o melhor”. Um mundo em que as empresas brigam desesperadamente umas com as outras para ganhar terreno, fãs no Facebook, followers no Twitter, consumidores. Um mundo… igual. Como ser diferente? como criar um relacionamento REAL, que extrapole produtos e eleve a marca a um status de elemento cultural, algo visceral, arraigado, emocional? Martin Lindstrom, autor do livro “A Lógica do Consumo: Verdades e Mentiras Sobre Por Que Compramos”, afirma que 85% das decisões de compra são tomadas de forma intuitiva, não racional. Então, até chegar ao ato de pegar um produto entre tantos outros na prateleira abarrotada do supermercado ou de clicar em “comprar” num site de e-commerce, o consumidor se deixou seduzir pelas marcas. As empresas precisam entender como pensa e age esse misterioso ser que atende pelo nome de consumidor. O primeiro passo é compreender que esse indivíduo hoje gasta boa... ...

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Os efeitos das redes sociais nas interações com o consumidor

Um tema que tem sido recorrente em praticamente todas as publicações de negócios são as redes sociais. A grande questão é que, por ser algo muito novo, ainda existem muitos mitos e lendas sobre o uso corporativo das mesmas.                   É possível encontrar exemplos de empresas que obtiveram ótimos resultados com seu uso, como a Dell ou a brasileira Tecnisa. Por outro lado, também são comuns casos em que as redes sociais prejudicaram a reputação de uma empresa como a Locaweb, que recentemente demitiu seu diretor comercial devido a comentários inapropriados sobre futebol no seu Twitter pessoal.      Um ponto que precisa ficar muito claro é que, na prática, as redes sociais não revolucionaram a forma com que as pessoas se comunicam, apenas aumentaram a velocidade e o alcance das informações. Com isso em mente, a tecnologia em si torna-se secundária. Para aproveitar bem o poder das redes sociais, o que importa é entender como as pessoas se comunicam.                      O modelo convencional de publicidade é: tenha dinheiro suficiente para investir em anúncios,... ...

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