Review Category : consumidor 2.0

Estamos preparados para o consumidor do futuro?

Vem aí no ponto de vendas físico ou online o Super Consumidor ou o SuperSumer. É um consumidor bem diferente do que vemos hoje. Ele está conectado 24 horas por dia e quer atendimento a qualquer hora e em qualquer lugar. Uma evolução natural do Prosumer – consumidor e produtor de conteúdo que tem em suas mãos a força da internet para publicar conteúdos e não depende mais dos grandes veículos de comunicação para colocar a boca no trombone. Ele usará dispositivos como o Google Glass e outros que nem sabemos e que nem foram inventados ainda. Mas como se preparar para algo tão desconhecido e inesperado? Não dá pra saber ao certo, mas algumas coisas já podemos inferir. A primeira delas é que os SACs tradicionais já não atendem mais as demandas do consumidor conectado. Se antes tínhamos que ir até nossa casa ligar o computador e mandar um e-mail com a reclamação e esperar talvez 48 horas por uma resposta muitas vezes padronizada e que não atenderia nossa necessidade, agora estamos conectados... ...

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Chegou a era do hiperconsumidor: o consumidor Centauro

Nessa nova era da hiper-conectividade em que todos podem estar online a qualquer momento e em qualquer parte do mundo, o modo de pensar sobre o consumidor se alterou. Mas quem é esse novo consumidor? Como ele se comporta? O que ele deseja? Algumas teses definem o novo consumidor como uma pessoa resultante da convergência entre online e off-line. É um “consumidor Centauro”, não se considera um e-consumidor, tampouco pode ser classificado como um consumidor tradicional. São pessoas que buscam exclusividade e personalização, mas também compram produtos de prateleiras. Querem interação social e participam de comunidades virtuais, mas não deixam de se encontrar com os amigos em locais físicos. Desejam opções variadas de canais de compras, têm sede por competitividade de valor e utilizam diferentes meios para obter informações e tomar melhores decisões. Estes novos consumidores atuam em múltiplos canais sem perda de tempo. Combinam necessidades e comportamentos humanos com novas atividades online. São como o Centauro da mitologia grega – metade humano e outra metade animal, um cavalo correndo... ...

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Entrada da Amazon no Brasil agradaria 84% dos consumidores online, aponta estudo

Pesquisa online da eCRM123, empresa especializada em CRM social, sobre compras via e-commerce no Natal de 2012, revela que 62% dos participantes consideram “ótima” a ideia da Amazon, maior varejista virtual do mundo, operar também no Brasil. Outros 22% avaliam como “boa” a iniciativa; 11% não têm opinião formada e 5% se mostraram indiferentes. Não houve rejeição à chegada da varejista no Brasil entre os participantes. A pesquisa preliminar é referente ao período de 5 de outubro e 1º de novembro, e foi realizada com aproximadamente 130 pessoas. A íntegra do estudo deve ser divulgada nos próximos dias. De acordo com José Jarbas, CEO da eCRM123 e idealizador da pesquisa, a decisão de analisar o comércio e varejo eletrônicos surgiu por acreditar que este é o segmento que tem mais condições de aperfeiçoar o relacionamento das empresas com os consumidores. “O comércio virtual no Brasil ainda necessita de ferramentas de CRM social e marketing que consigam oferecer a mesma qualidade propiciada por empresas fora do país”, explica. Referente à Amazon,... ...

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O cenário atual dos clientes e das empresas na web 2.0

Não há dúvidas que a internet tornou os consumidores muito mais exigentes. Se antes eles eram “passivos”, não pesquisavam suficientemente sobre um determinado serviço e, muitas vezes, nem reclamavam quando adquirem um produto com defeito, hoje o cenário mudou por completo. Atualmente, não é raro encontrar nas lojas um cliente que saiba mais sobre sua futura compra que o próprio vendedor. Tal comportamento assertivo também acontece nas redes sociais, principalmente no que diz respeito às reclamações. O consumidor da era 2.0 é bastante ativo neste aspecto. Aliás, às vezes chega ao exagero. Isso, porque, muitas empresas possuem um SAC ainda bastante fraco nesta área. Várias companhias se lançaram nas mídias sociais sem planejamento estratégico, acreditando que as redes sociais seriam apenas mais um canal de vendas. Isso remete a uma falha total dos departamentos de marketing e de estudo sobre o nicho, pois este “novo meio” é uma grande oportunidade de interação e fidelização, que permite que as marcas criem uma imagem humana e acessível. De acordo com uma pesquisa realizada... ...

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Perfis digigráficos e o consumidor digital em uma nova classificação

A identidade que cada um apresenta enquanto sujeito inserido no mundo digital varia conforme a sua personalidade. Idade, classe social e gênero já não são pontos principais para classificar as pessoas que consomem o que a tecnologia lhes oferece. Comportamento, essa sim é a palavra chave para estudar como cada um consome os produtos da era digital. Crianças, jovens e adultos encaram as mudanças com olhares diferentes, mas cada um mudou individualmente, a partir da forma como entra em contato com a tecnologia e de como aplica as inovações no seu dia-a-dia. Significa que classificar esse público conectado através das condições sócio-culturais já não é o caminho mais viável. A agência DM9 denominou de “Perfis Digigráficos” a nova classificação de consumidores criados nessa era digital. Segundo a agência, a divisão “tradicional” que se baseia em informações variadas (como dados demográficos, por exemplo), já não é suficiente, pois a tecnologia mudou o mundo. Classificou os perfis digigráficos em cinco grupos: Imersos, Ferramentados, Evoluídos, Fascinados e Emparelhados. Após um estudo feito com... ...

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Como os usuários participam das redes sociais?

A participação é medida por comentários, compartilhamento e quantidade de fãs e seguidores, certo? Errado. Engana-se quem pensa que o usuário ativo é apenas aquele que produz conteúdo pela marca. Segundo Charlene Li, visionária da internet e referência em mídias sociais no mundo, há várias formas de engajamento. Monitorar o nível de relacionamento do usuário com a marca não é simplesmente esperar que ele se co-responsabilize pelo conteúdo postado. Há vários níveis de engajamento e de participação que vai desde observação até embaixadores. Observação: No momento de divulgação de massa é possível conquistar usuários que participam apenas observando, lendo comentários de outros nas redes ou acompanhando as atualizações. Compartilhamento: É preciso ver a forma como as pessoas compartilham as informações. Mas por que as pessoas compartilham? Porque elas se sentem bem por terem ajudado alguém – e por serem vistas por isso. Há muitas formas de estimular esse compartilhamento, usando questões reais e cotidianas para mobilizá-las. Comentários: Interação com a marca. É preciso estabelecer diálogo claro entre a marca e os usuários, para que... ...

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Redes sociais como ferramentas aliadas do consumidor

O recurso mais eficaz para resolver pequenos e grandes problemas com produtos e serviços é, atualmente, as redes sociais. Pelo menos de acordo com uma pesquisa realizada pela Folha. Mas poder botar a boca no trombone não traz uma solução imediata. Não necessariamente. Na maioria das vezes, os comentários dos consumidores são ignorados. Ué, como uma estudante de comunicação que presta esse tipo de serviço está falando isso? Lido diariamente com interação entre clientes e marcas, e justamente por ter essa proximidade é que sei que há um uma ineficiência qualitativa nas respostas ou soluções para perguntas ou reclamações dos consumidores. Isso ainda acontece porque muitas empresas – sejam elas grandes ou pequenas, locais ou multinacionais – estão demorando para dar atenção a esse tipo de canal e acabam perdendo oportunidades com isso. Até as grandes marcas presentes nas redes sociais que fazem campanhas interativas com a colaboração de seus consumidores têm esse problema. A estratégia para off e online é sólida, mas muitas vezes peca no feedback a tudo... ...

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As 3 principais reflexões debatidas durante o Digital Age 2.0

O Digital Age 2.0 reuniu grandes nomes do digital em suas mais diversas ramificações de atuação. Porém o mais interessante não se limitou apenas aos profissionais selecionados, mas sim suas divergências. Um bom evento deve trazer ideias opostas o tempo todo, imputando no público reações adversas, que vão da simples concordância até o mais alto grau de contrariedade. Selecionei três pontos fundamentais que mais me chamaram a atenção durante os dois dias de encontro. O primeiro se refere ao consumidor e seu amadurecimento necessário. O segundo ponto trata das ações estratégias tento como estrutura central o consumidor, mas não de um modo já debatido em muitas teorias, e sim de uma maneira prática. O último ponto envolve redes sociais, pessoas e negócios. Vamos a cada um deles. 1. O consumidor amadureceu, mas ainda falta muito Um dos principais pilares de uma organização está sendo radicalmente transformado e reformulado. O consumidor, agora, tem novas visões sobre o que quer e sobre o que possivelmente pode querer. A gama colossal de informações,... ...

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Internet: mais de 30 milhões de consumidores no Brasil

A sua empresa tem um site? Você vende serviços online, no estilo compra e venda? Se você falou sim para as duas perguntas anteriores, tenho uma ótima notícia: somente em 2011, as compras pela internet tiveram um crescimento de 20%. São mais de 30 milhões de consumidores que já fizeram ao menos uma compra pela rede mundial de computadores. Pelo mundo, são mais de 99 milhões por mês.  Somente entre os períodos de abril e maio foram R$ 750 milhões em negócios pelo computador no país, ou seja, é cada vez mais perceptível o avanço do mercado virtual, aliado ao marketing digital, à campanha de link patrocinado e à importância fundamental deles para o bom desenvolvimento de qualquer empresa física. Se não, vejamos bons exemplos. As maiores redes de hipermercados do Brasil se renderam à febre da internet, disponibilizando a compra sem sair de casa, como os sites pioneiros, entre eles o Submarino, já faziam há anos. A comodidade encantou os consumidores e obrigou as empresas a se adequarem à nova realidade.... ...

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Redes sociais mudaram a maneira como o consumidor é impactado pela empresa

A agência Samba produziu um vídeo muito interessante e direto sobre as novas estratégias que envolvem a relação entre empresa e consumidor. As redes sociais mudaram a maneira como o consumidor é impactado pela empresa. Se hoje a atitude de comprar por parte do cliente já é bem complexa e diferente da ações do passado, igualmente complexos são os passos para atingir esse consumidor super conectado e cercado de informações em tempo real sobre os produtos da sua empresa. Como comprar e como atingir um público são os pontos mais impactados pela internet e as redes sociais. Antes era ppossível realizar a compra de mídia e possuir certo controle sobre seus produtos. Porém hoje você deve não só cativar suas próprias audiências (e não mais apenas clientes) como também ter a consciência de que o consumidor também é um gerador de opinião e uma mídia em potencial, podendo ir de encontro a tudo o que você arquitetou para o lançamento do seu produto. Essa com certeza é uma das abordagens... ...

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