Review Category : comportamento digital

Sexting: o perigo da pornografia que não tem cara de pornografia

Você já ouviu falar em sexting? Caso não conheça, você não está sozinho, pois mais de 76% dos brasileiros também nunca ouviramm esta palavra. A maioria das pessoas que estão diretamente envolvidas com sexting não o conhecem direito. O termo é fruto da contração entre as palavras em inglês sex (sexo) e texting (enviar mensagens de texto). O fenômeno consiste em enviar mensagens com conteúdo sexual (principalmente fotografias ou vídeos com nudez) produzidos, geralmente, pela própria pessoa remetente ou com seu consentimento e enviado para outras pessoas através do celular. Em “Sexting: uma ameaça desconhecida”, a eCGlobal Solutions e a eCMetrics apresentam dados atualizados sobre a prática de sexting, os principais comportamentos envolvidos e as opiniões dos latinos sobre causas, riscos e prevenção do fenômeno. A pesquisa foi realizada em parceria com o PantallasAmigas/TelasAmigas, iniciativa pela promoção do uso seguro das novas tecnologias, e o CLIPS – Instituto do Pensamento, responsável por projetos educativos para garantir os direitos das crianças e adolescentes. Os resultados foram divididos em dois relatórios: um... ...

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Mulheres são mais ativas nas redes sociais

Em seu tempo conectado, 82% dos internautas brasileiros gostam de conversar com amigos, 65% atualizam suas redes sociais e 59% publicam fotos nelas. Porém a proporção de mulheres que costumam realizar essas três ações é superior. Elas conversam mais online com seus amigos, atualizam suas redes sociais e compartilham mais fotos do que eles quando estão online, revelou um estudo realizado pela eCGlobal Solutions. Os brasileiros passam muito tempo conectados na internet: 97% dos internautas do país costumam passar pelo menos uma hora conectados e 16% chegam a passar o dia inteiro na rede. Apenas 1% não possui acesso diário à internet. As entrevistas foram realizadas via internet, através da eCGlobalNet, plataforma para geração de insights de consumidores da eCGlobal Solutions. A pesquisa foi aplicada através de um questionário em português para o Brasil com 1.956 adultos maiores de 18 anos residentes no país. Via eCGlobalNet. ...

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Infográfico traz os 10 tipos de usuários mais chatos nas redes sociais

Um levantamento realizado no Reino Unido pelo Daily Mail com cerca de 1.800 pessoas foi base para se traçar os tipos mais chatos de usuários nas redes sociais. A pesquisa tinha o intuito de averiguar, na opinião das pessoas entrevistadas, quais eram os tipos de publicações nesses canais que mais incomodavam. Por aqui a agência digital Iinterativa elaborou um infográfico com base na pesquisa britânica e listou os 10 tipos de usuários mais chatos que atuam nas redes sociais. Confiram: ...

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Rede social “anti-social” propõe fim às indiretas em troca de honestidade

Contar mentira nas redes sociais e “ser quem você não é ou expor-se da forma como você gostaria de ser” já são bordões de quem acompanha a timeline dos amigos, que muitas vezes somam uma quantia maior do que a própria rede presencial. Entretanto, para quebrar paradigmas e mostrar que quem está online também quer se expressar de forma verdadeira, a rede social Pencourage é uma rede anti-social e estimula a honestidade de seus membros. Com o slogan “imagine se você pudesse ler os pensamentos dos outros”, a página espera postagens sinceras como elas seriam em um diário pessoal. A rede permite posts anônimos e espera que os usuários falem a verdade sobre o que estão sentindo, e não que postem indiretas para o chefe ou ex-namorado, como é feito no Facebook, por exemplo. Uma pesquisa recente da OnePoll citada pelo Daily Mail indica que 33% das mulheres costumam não ser honestas ao menos uma vez por mês nas redes sociais. Entrevistados responderam que mentem ou exageram sobre o que estão fazendo,... ...

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Nas redes sociais todo mundo é machão

Na internet e, principalmente, nas redes sociais, todo mundo é machão. Sim, machão, Ricardão, sabichão. Isso vale para homens e mulheres das mais diferentes classes sociais, cores, religiões, posições políticas e idade. Na internet, na crença estúpida de que tudo é anônimo ou tudo é intocável (afinal, ninguém bate em ninguém via bits) a graça é ofender, humilhar, xingar e demonstrar que é macho. E para ser macho o que vale é não ter opinião própria. Quem grita mais alto ganha mais respeito. Ironia demais? Pode ser, mas o fato do digital no Brasil ter se transformado em uma zona absurda onde conceitos e princípios são deturpados ao máximo, nos faz crer que a ideia de que a web é um retrato fiel da sociedade não é tão absurda. Ninguém chama ninguém para conversar. Não gostou de um vídeo ou de um artigo? Vamos camuflar nossos nomes e ofender e xingar os autores. Vamos depreciar quem tem uma visão política diferente da nossa. Vamos humilhar quem dá um nome diferente... ...

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Quanto mais amigos no Facebook, maior o nível de estresse, diz estudo

As pesquisas sobre a alteração comportamental que as redes sociais tem trazido à mente humana não para param de crescer. Por ser a rede mais popular do mundo, o Facebook ainda é alvo dos principais estudos. Para quem acha que o trabalho pode ser o único motivo de estresse na vida de uma pessoa, surpreenda-se. A fonte do nervosismo em excesso pode estar em casa. De acordo com um estudo publicado por pesquisadores da Edinburgh Business School, o Facebook pode ser o agente que está te causando estresse. Na verdade, os seus amigos podem ser os protagonistas. Quanto maior a possibilidade de se relacionar, maior a probabilidade de você se tornar um sujeito estressado. De acordo com a pesquisa, ao ter um grande número de amigos na rede, é mais provável que algo que você diga ou faça no site ofenda alguém. O estudo avaliou 300 usuários do Facebook e revelou, ainda, que adicionar empregadores ou pais resulta em um aumento bastante considerável de ansiedade. “O Facebook costumava ser como uma grande festa para todos... ...

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Redes sociais: repercussão do debate político em SP no Twitter é tema de estudo da E.life

A E.life mediu a repercussão que os candidatos à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad (PT) e José Serra (PSDB), tiveram no Twitter durante o período de exibição do debate político, transmitido nessa quinta-feira (18) pela Rede Bandeirantes. Assim como no 1º turno e no início do 2º, José Serra se manteve como o candidato com maior share of buzz no Twitter. Isso significa que ele foi o candidato mais falado, mas a análise do share of buzz não explicita se todos os comentários a respeito do candidato, somados, foram favoráveis ou não à disputa ao posto de prefeito. Contudo, uma análise mais detalhada dos momentos de maior audiência no microblog indica que o desempenho do tucano foi marcado por sua atitude agressiva e, apesar do alto engajamento nas redes sociais, percebe-se grande volume de comentários irônicos em diversos momentos do monitoramento. Foi próximo das 23h que Serra teve seu maior pico de buzz no microblog. Neste momento, os candidatos trocaram acusações que envolviam  o nome do ex-ministro petista da... ...

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O brasileiro e as redes sociais

O mundo virtual brasileiro vivenciou três grandes momentos importantes. Chamo a atenção de todos para a primeira fase dessa revolução das mídias sociais, que iniciou no ano de 2004. Produto do Google, o Orkut modificou o modelo de interatividade na internet. Ao chegar no Brasil, ele foi um dos grandes causadores da massificação da internet, popularizando a grande rede. Em 2009 outra rede social modificou e acentuou o poderio das mídias digitais. Com um aspecto mais informativo e direto, o Twitter revolucionou e colocou todos próximos de todos. Os famosos, agora, compartilham suas ideias, seus pensamentos, suas rotinas, suas fotos, suas mensagens. Os políticos apresentam projetos, discutem e mostram sua vida familiar. Em meados de 2010 aconteceu , até então, o último boom das mídias digitais no Brasil. Idealizado por Mark Zuckerberg e seus colegas de quarto da faculdade, o Facebook é a maior rede social do mundo e não para de crescer. De acordo com pesquisas do SocialBaker, o Brasil é o segundo país com maior número de usuários,... ...

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Datasexual: o viciado em informação

Dia desses estava navegando e me deparei com um texto muito bem escrito e com um tema interessante: datasexuals. Comecei a pesquisar o assunto e encontrei mais de uma visão sobre o tema, onde alguns afirmam que existem pessoas que realmente sentem atração pelas informações, outros alegaram ser uma questão profunda de behaviorismo e outros ainda dizem ser apenas uma moda passageira, “assim como as mídias sociais”. Nesse post não vou afirmar nada como verdade absoluta. Gostaria apenas de fomentar uma discussão sobre essa possível tendência e suas vertentes, afinal de contas, um dia todos precisarão de informações o tempo todo, 24/7! A melhor definição que encontrei para o termo foi a seguinte: pessoas que estão constantemente preocupadas em compartilhar e disseminar informações, pessoais ou não, e o fazem de maneira obsessiva. É praticamente um TOC desenvolvido quando se atinge aquele nível de compartilhamento que chega a ser inconveniente, o famoso “olha o que eu to comendo” ou “indo dormir”. Paralelamente a esse narcisismo 2.0, notei que há um comportamento semelhante, mas em vez de produzir... ...

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Redes sociais e o voyeur digital

Calma, não é bem isso que você está pensando. No contexto do mundo conectado, voyeurismo digital se caracteriza como um subperfil voyeur, que no sentido literal da palavra é aquele que sente prazer observando atos sexuais alheios. Geralmente o indivíduo, no mínimo um sujeito muito curioso, acompanha as cenas de longe, sem que os observados estejam conscientes disso. Outros se sentem mais estimulados quando sabem que estão sendo vistos. Voltando para o voyeurismo – o digital – podemos dizer que ele é um “fake do bem”, fácil de identificar com uma simples pergunta, do tipo “Você tem Facebook ou Twitter?”. Aí o outro responde coisas como “Tenho, mas não tem nada lá. Tenho só para olhar umas coisas e outras”. Essa prática era extremamente comum no quase finado Orkut. No Facebook tenho visto poucos fakes, talvez pela política avançada de segurança da rede social. No Twitter já teve mais, mas ainda tem muitos. Os voyeurs digitais não aderem às redes sociais, mas precisam estar lá porque o resto do mundo... ...

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