Review Category : Cínthia Demaria

Pare de subestimar o Google Plus!

Pare de subestimar o Google Plus! Em 2012 a rede reuniu 400 milhões de usuários, de acordo com pesquisa divulgada pela Lemon.ly. A empresa analisou os 10 players que mais se destacaram esse ano no mercado de social media e compilou estatísticas muito interessantes, que podem ser vistas no infográfico abaixo. Obviamente o destaque ainda permanece nas (já esperadas) redes Facebook e Twitter e nas novatas Instagram e Pinterest. Entretanto, o Google Plus dispõe de algumas qualidades que não devem ser ignoradas por quem trabalha com mídias sociais. Você não divulga seu trabalho no Google+? Você pode estar perdendo visibilidade no ranking do Google! Desde o lançamento do Google Plus a gigante de busca vem tentado fazer com que sua rede social decole, e uma das ferramentas utilizadas para que isso aconteça é justamente a influência que pode exercer em Search Engine Optimization (SEO). Um dos fatores que o Google prevê para que seu artigo seja bem colocado no ranking são os compartilhamentos e recomendações dentro do Google Plus. E... ...

Leia mais →

Mídias sociais em 2013: o que vem por aí

O crescimento das mídias sociais continua a tomar proporções consideráveis, a ponto de ser impossível parar de fazer pesquisas. Pelo contrário – elas estão apenas começando. De acordo com o infográfico em vídeo feito pelo Erik Qualman, as estatísticas mostram que o Facebook poderia ser o terceiro país do mundo, com um bilhão de pessoas. Você ainda não tinha parado pra pensar nisso, né? Os dados relevantes e atuais mostram ainda que usuários de games sociais irão comprar comprar $ 6 bilhões em bens virtuais esse ano, e esse mesmo público só vai gastar $ 2,5 bilhões em bens reais. O lançamento do Ford Explorer no Facebook gerou mais tráfego do que um anúncio do Super Bowl… Por que isso é importante? De acordo com um levantamento feito pela revista Info Exame, o varejo online brasileiro deve faturar R$ 3,25 bilhões com vendas de Natal, o que representa alta de 25% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com levantamento da e-bit, empresa especializada em informações do comércio... ...

Leia mais →

Redes sociais: o fator “reagente” e viciante do Facebook em nossas mentes

A luta continua sem prévia para acabar. O rolo compressor do aumento constante do vício no Facebook faz com que os psicólogos se mantenham na incessante busca de respostas para as reações humanas perante as novas formas de relacionamento virtuais. De acordo com o infográfico do Mashable, o fato de receber e responder uma notificação na rede social resulta em uma descarga de dopamina, um neurotransmissor associado com a motivação e a resposta a recompensas no cérebro humano que também é liberado em grandes quantidades quando consumimos drogas . Na China, em Taiwan e na Coreia do Sul, o “Transtorno de vício em internet” já é aceito como um diagnóstico psicológico e, no ano que vem, será incluído na 50ª edição do atlas que é considerado a bíblia da psicologia nos Estados Unidos. Veja outros efeitos causados em nossa mente pelo Facebook: ...

Leia mais →

Brasil é o país que mais interage no Facebook

Cerca de 60 milhões de brasileiros acessam a rede de Zuckeberg, revelou o Social Bakers. O site estudou as atividades de cada país no Facebook e concluiu que nós, brasileiros, somos os que mais publicamos mensagens entre todos os países. O site monitorou 800 perfis brasileiros que, juntos, postaram mais de 86 mil mensagens por mês. Porém, considerando a média de postagens individual por perfil, o Brasil ficou em quinto lugar, com 103 publicações. Dessa forma, ficou atrás da Itália, Colômbia, Rússia e Egito. (Fonte da imagem: TechGuru) É interessante perceber, ainda, que quase 1/3 dos brasileiros estão conectados na rede social (a população brasileira é estimada em 193 milhões de habitantes, segundo o IBGE). ...

Leia mais →

Você planeja campanhas em redes sociais por táticas? Então pode estar fazendo isso errado

O tempo urge, o mercado é competitivo e o produto preciso ser lançado. O cliente demanda campanha nas redes sociais com análise de ROI (return of investiment) em menos de um mês. Isso se parece com o seu cotidiano? Se não, considere-se um sortudo, pois essa é uma realidade bem comum para profissionais de marketing digital. Os leigos misturam o poder da instantaneidade que as redes sociais proporcionam com campanhas fast food. E é exatamente aí que está a questão. Por possibilitar interação em tempo real, uma ação de marketing digital demanda ainda mais um planejamento bem feito, pensando nos riscos e objetivos a serem atingidos antes de partir para a guerrilha. Pensando nisso, considero muito oportuno trazer um infográfico que vi num post do Steve Goldner preparado pela Angie Schottmuller e que reforça justamente esse cuidado que o profissional de marketing deve ter. O “funil da estratégia” mostrado abaixo exemplifica que um bom negócio deve começar pelo óbvio: entender profundamente da empresa antes de tentar inovar. Os profissionais (principalmente as empresas) precisam entender que a... ...

Leia mais →

Como as crianças e os adolescentes usam a internet no Brasil?

A Cetic.br acabou de publicar uma pesquisa feita com jovens entre 9 e 16 anos para medir o uso e hábitos da população brasileira usuária de internet em relação às tecnologias de informação e de comunicação (TIC), focando as oportunidades e riscos relacionados ao uso da internet. De acordo com a pesquisa, os adolescentes são os que mais usam a internet todos os dias ou quase todos os dias e a escola ainda é a principal local de acesso à internet pelas crianças. Por incrível que pareça, as crianças e os adolescentes pesquisados usam mais a internet para o trabalho escolar do que para visitar perfis de redes sociais, embora seja a segunda página mais acessada por elas. Em contrapartida, a frequência nas redes sociais é a que aparece no topo do ranking, enquanto o tempo para pesquisa de trabalho escolares é o mais curto. Um dos destaques da pesquisa é para o principal conteúdo compartilhado por esses jovens: uma foto que mostra claramente o seu rosto. Em seguida é o sobrenome... ...

Leia mais →

Redes sociais: precisamos valorizar o ser humano, não o usuário

Marcar e desmarcar compromissos nunca foi tão fácil. Aniversários só são lembrados graças ao Facebook. Números de telefone? Não são mais necessários lembrar, quiçá ligar, sendo que uma mensagem inbox resolve um assunto em tempo real. Já virou clichê falar que estamos vivendo na era do descartável, que o contato imediato e simultâneo enfraquece os laços fortes estabelecidos antes pelas redes sociais físicas. Nos tornamos vulneráveis ao excesso de informação e o post de um antigo parece ser apenas “mais um”. Isso soa bastante pessimista e ultrapassado, não? O fato é que a tecnologia já era e nós precisamos voltar a valorizar as pessoas. É isso que está faltando para as estratégias serem, de fato, efetivas. Por outro lado, as redes sociais aproximam pessoas e formam novos laços que jamais seriam possíveis simplesmente pelo contato físico. Vulneráveis ou descatáveis? Pensando nisso, a comunicação das empresas insiste em ser voltada para a “massa”. Há tempos que promoções e brindes em troca de “likes” e “retuites” não engajam os usuários. Em uma etapa de... ...

Leia mais →

Candidatos usam games e interatividade com cidadãos para campanha eleitoral nas redes sociais

Foi dada a largada. As eleições municipais começaram em todo país e esse ano os candidatos vieram com tudo para investir em campanhas criativas nas redes sociais para atrair a atenção dos eleitores. O destaque vai para os candidatos de São Paulo, que estão apostando tudo nos novos canais de comunicação que extrapolam o horário eleitoral gratuito na televisão e no rádio. O site do José Serra aposta na linguagem “high-tech” como antídoto para críticas dos adversários. A página é adaptada para tablets e tem jogos disponibilizados para smartphones. A grande atração, que já virou uma mania de Serra em suas andanças pela cidade, é o Instagram. O site possibilita, ainda, que o internauta faça downloads de avatares, ringtones e músicas, como o jingle do tucano – uma paródia do hit sertanejo “Eu quero tchú, eu quero tchá”. Outra atração do site de Serra é o Jogo do Tucaninho, aplicativo em que o usuário conduz um tucano “em adorável passeio pelos céus de São Paulo” e tem de desviar de obstáculos e alimentá-lo... ...

Leia mais →

Analista de mídias sociais: vocação ou uso excessivo?

As duas coisas. É isso que exigem as vagas quando procuram por profissionais responsáveis pelas mídias sociais de uma empresa ou agência. Uma característica não elimina a outra. Não há como ter vocação sem saber explorá-las ao máximo, e não há como usá-las como oportunidade se não tiver vocação. A questão não é discutir a formação desse profissional, que geralmente provém dos cursos de comunicação social: jornalismo, publicidade, relações públicas, marketing e afins. O grande tabu para os recrutadores é saber até que ponto o profissional está apto a exercer aquela função sendo apenas um usuário ativo das redes sociais, o que é muito comum entre os jovens e os novos profissionais do mercado. Profissionais recém formados ou estagiários ativos nas mídias sociais têm sido uma estratégia eficaz (e de mão de obra barata) para atualização de contas das empresas que deveriam, inclusive, oferecer cursos aos interessados na área para que possam se profissionalizar e se tornarem seniores no assunto. Não é necessário um “dom” ou aptidão garantida no DNA desse profissional, entretanto, o profissional... ...

Leia mais →

De acordo com psicólogos, não estar no Facebook pode ser sinal de perturbação mental

Em entrevista à revista alemã Der Taggspiegel, o psicólogo Christopher Moeller defendeu que o Facebook se tornou atestado de sanidade porque mostra que as pessoas têm relações sociais saudáveis. A revista se propôs a traçar a relação entre os assassinatos em massa cometidos pelo americano James Holmes e o norueguês Anders Behring Breivik. A primeira premissa levantada foi que nenhum dos dois tinha perfil no Facebook. Outro indício levantado pela revista foi que a “não participação” na rede social nos torna “suspeitos”. A Forbes.com reportou recentemente que os departamentos de recursos humanos das empresas dos Estados Unidos estão mais cautelosos quanto aos candidatos que escolheram ficar de fora, o que também já acontece no Brasil como pré requisito para recrutamento e seleção. O site de tecnologia Slashdot resumiu a suspeita da seguinte forma: “não ter uma conta no Facebook pode ser o primeiro sinal de que você é um assassino em massa.” Tanto Holmes, que matou 12 pessoas num cinema, quanto Breivik, que matou 77, deixaram pequenas pegadas virtuais, mas nenhum indício pelo site de... ...

Leia mais →