Review Category : branding

Os 3 passos para criar uma campanha digital

Quando falamos de uma campanha, estamos falando de um conjunto de ações coordenadas por um tempo determinado para se alcançar um objetivo. Simples assim, seja para sua empresa, produto, político ou para síndico do prédio. Não invente, não complique. Quando o assunto é web, continuamos com o mesmo conceito: precisamos saber por que vamos fazer, como vamos fazer e por quanto tempo. Continua simples, certo? Acredite, com mais de uma década atuando no mercado web nacional, prêmios por aqui (Brasil) e outros lá (UK, Alemanha ou Coreia), o que mais você encontra são promessas, correrias e muito pouco de planejamento, ações sincronizadas e números significantes no final. Para ajudar você, sua empresa, seu cliente ou mesmo na vida profissional, vou cortar um pouco o marquetês (dialeto embelezador) por uma década de experiência dentro e fora do Brasil no melhor estilo keep simple. Então, vamos fazer uma campanha digital? Qual a sua campanha? Para iniciar, vamos entender o que você é e o que quer, certo? Me responda em 3 ou 4... ...

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Estudo mostra que patrocinar os Jogos Olímpicos fortalece as marcas

A Havas Sports & Entertainment (HS&E), agência de marketing esportivo e entretenimento do Grupo Havas, divulga o “Olympic Sponsorship Study”, que visa identificar os efeitos do patrocínio aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos nas marcas patrocinadoras e acompanhar o interesse e atitudes dos consumidores com relação ao evento durante um período de dois anos e meio (antes, durante e após as Olímpiadas). Os resultados prévios mostram que os Jogos de Londres 2012 já trouxeram fortalecimento de marca e benefícios comerciais aos patrocinadores oficiais, mesmo antes do início do evento. O estudo aponta que a percepção de marca está, em média, 25-50% mais positiva entre os patrocinadores Tier One e Tier Two analisados. Dentre os impactados pelas ações, há cerca de 50% mais probabilidade de considerar uma marca “inspiradora” e “confiável” e 25% estão mais propensos a avaliar os patrocinadores como “admirável”. Esta imagem fortalecida se traduz em uma retribuição de compra significativamente maior entre aqueles impactados pelo patrocínio, sendo que 50% estão mais tendenciosos a realizar uma compra de um produto... ...

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Social Cards, o novo cartão de visitas

O mundo corporativo se torna a cada dia mais social e, como reflexo, muitas empresas estão utilizando social cards para seus colaboradores, transformando os cartões de visita em algo mais atrativo, lúdico e customizado. Nos Estados Unidos, o Moo é uma referência e no Brasil a Joox busca conquistar seu espaço de forma definitiva.     O conceito de social cards e cloud cards é uma iniciativa de empreendedorismo digital e visa que o usuário possa fazer, de modo simples, seus próprios cartões pessoais, minicards ou adesivos, personalizando-os individualmente com fotos ou imagens preferidas, podendo importar de redes sociais ou do computador.   A brasileira Joox, startup curitibana, inaugura no mercado com este conceito na 11ª edição do youPIX Festival (maior festival de cultura de internet do país). “O youPIX tem tudo a ver com a nossa proposta. Por isso estaremos no evento com um estande, onde faremos interações com o público do festival, que é jovem e ligado à internet”, diz Genau Junior, CEO e sócio da Joox. A Joox... ...

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Já pensou ter o seu nome estampado em uma garrafa de Coca-Cola?

Reza a teoria que se a Cola-Cola perdesse todos os seus bens da noite para o dia, ela seria capaz de conseguir capital para se reerguer utilizando apenas o valor de sua marca. Agora imagine se essa empresa de 125 anos de história resolvesse mudar a sua embalagem, estampando nomes de pessoas comuns. Arriscado, porém genial, já que o intuito era impactar pessoas, gerar conversões e trabalhar o branding. Para suprir uma lacuna onde 50% dos jovens e adultos australianos não haviam consumido Coca-Cola no mês anterior, a empresa resolveu estampar os 150 nomes mais populares do país em suas embalagens. Em um mundo altamente conectado, a ideia era gerar buzz e, de quebra, inserir o nome Coca-Cola novamente no dia-a-dia das pessoas. O volume de vendas aumentou e o tráfego no Facebook cresceu 870% com impressões significativas. Com informações via Programa Da Vinci e Vimeo. ...

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O valor inestimável e incontestável das marcas

As marcas – e sua importância simbólica – tornaram-se um tema muito interessante de estudo. Em sua original criação, ela foi feita a fim de identificar a fábrica onde os produtos eram produzidos e, claro, para que se pudesse distinguir a qualidade do mesmo. Roupas, calçados, produtos domésticos, entre outros, eram confeccionados e a sua marca disposta em algum lugar escondido, seja embaixo das golas ou no fundo do sapato. Entretanto, com a evolução da simbologia das marcas, o mercado percebeu a sua força de forma a ser consumida não só pela sua qualidade, mas também para manter seu status quo, além de mostrar sua “relevância” como um ser que consome produtos de “qualidade” para com a sociedade atual. Não somente em produtos estáticos podemos perceber esta evolução. Digamos que os jogadores de futebol sejam verdadeiras vitrines e que seus corpos sejam cabides de patrocínio ao vestir as camisas dos clubes com diversas marcas estampadas por todos os lados. Não é à toa que os nomes dos ditos-cujos abrem certa... ...

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4 pontos básicos para dar mais personalidade à sua marca

Dar significado e personalidade às marcas muitas vezes é uma questão deixada ao próprio público, pois nem todas as empresas têm condições de passar por um processo de branding. Porém sempre é possível dar uns tapinhas na personalidade da marca para torná-la mais interessante, criativa e coerente, melhorando seu posicionamento e relação com o público. 1. Analise o mercado O mercado é um termômetro para definir o posicionamento. É necessário observar quais são os posicionamentos das marcas concorrentes. Elas se baseiam em que quais principais pontos? Confiabilidade, amizade com o cliente, memória afetiva, auto-indulgência ou sustentabilidade são apenas alguns temas possíveis. Observe como as outras marcas falam com seu público, quais suas próprias personalidades e valores. 2. Defina uma estratégia A definição da estratégia é ponto chave. Estratégia de marca não é a visão da empresa, nem um objetivo numérico, tampouco um conjunto de ações, mas sim a maneira única da marca competir e se apresentar ao mercado, utilizando seus pontos fortes em relação aos concorrentes. Alguns caminhos para definir... ...

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Da web para a TV: Itaú transforma viral em comercial

Era só para ser um vídeo caseiro postado no YouTube. Okay, era muito bacana para que a ideia fosse um vídeo do dia-a-dia. Talvez os pais já pensassem se isso se tornaria um viral. Planejado ou não, quase 35 milhões de visualizações depois, o “inocente” vídeo se tornou propaganda de um dos mais bancos privados do Brasil e do mundo, o Itaú. Do original ao promocional (ambos você confere abaixo) a única diferença é que o bebê Micah ganhou uma roupagem laranja, cor característica do banco. A mensagem é que clientes comecem a evitar faturas em papel e optem pelas digitais. Na boa? Foi genial. Confiram: O bebê antes E o bebê depois Essa é uma daquelas ideias em que você diz: “cara, era só um viral! Como ninguém nunca pensou em transformá-lo em um comercial?!”. Sem saber que ninguém nunca havia pensando nisso anteriormente, o Itaú foi lá e fez. Simples. Direto. Engraçado. Descontraído. Genial. “Lembra do comercial do bebê? Ah, lembro, aquele do Itaú, certo?”. Isso é branding.... ...

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Branding e personal branding: a importância das cores na criação de valores

As cores representam para as marcas muito mais do que um visual agradável ou uma identidade única. Com as cores certas sua empresa agrega atributos para com a marca, estabelece emoções com os consumidores, firma seu posicionamento frente aos concorrentes e, principalmente, podem ser usadas como poderosas ferramentas de branding e, porque não, de personal branding. A questão a ser trabalha não é qual a sua cor favorita, mas sim qual é a cor que repassa os valores e atributos que sua marca tem. As cores podem ser ótimos mecanismos de comunicação. Ou você acha que é por acaso que o McDonald’s é vermelho e amarelo e a IBM e Dell levam a cor azul? As cores devem fazer parte da marca, serem parte de um todo que constrói os valores de uma empresa ou de um profissional em particular. Essa transmissão de atributos ocorre quando planejamos que o nós, profissionais, ou a empresa, pretendemos repassar. A cor azul traz significados como paz, integridade, confiança ou inteligência, o que vemos... ...

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O perigo de se humanizar demais uma marca nas redes sociais

Okay, eu também curto. Porém há uma diferença colossal entre uma marca que se humanizou para estabelecer um contato mais bacana com seus consumidores e possíveis novos clientes e aquela marca que virou piada. As marcas não pertencem à empresa, mas sim aos consumidores. Mas isso não significa extrapolar os limites do que é e não é uma marca. A instituição intangível marca vale muito mais do que as estruturas físicas da empresa. Mas no meu ponto de vista uma humanização excessiva chega a ser chato. Eu não quero ser amigo de uma marca. Quero é usufruir de todos os benefícios que um determinado produto ou serviço oferece e, quando muito bom, demonstrar aos meus amigos que eu uso essa marca. Publicidade direta já não convence ninguém. Pesquisas apontam que apenas 14% das pessoas acreditam nesse tipo de intrometimento feito pela empresa. Esse número salta para 78% quando a “propaganda” é feita por consumidores comuns. Quer humanizar sua marca nas redes sociais? Tente atingir pequenos influenciadores e líderes, atraindo esse... ...

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Produzir conteúdo não é escolha, mas sim essencial para as marcas

Murilo Moreno, diretor de marketing da Nissan, foi bem realista quando abriu o primeiro painel do último dia de MediaOn. Com a internet, a atenção dos consumidores simplesmente se fragmentou. Se antes os anunciantes detinham um leque de escolhas relativamente pequeno, agora eles competem com centenas de milhares de páginas, blogs, redes sociais, vídeos e tudo mais que possa chamar a atenção dos clientes. O lema da Nissan é pensar de maneira diferente. E a abordagem da palestra foi realmente diferente -e muti interessante. Moreno colocou que a forma antiga (advertising) que as marcas trabalhavam era a de interrupção, com baixo envolvimento, onde canais e marcas escolhiam e decidiam o que os consumidores iriam assistir. No modelo social media, o trabalho que as marcas precisam fazer é o de relacionamento, com alto envolvimento, onde os usuários é que decidem o que querem ou não ver de uma determinada empresa. Ele foi básico e direto: “antes nós, anunciantes, quebrávamos a diversão com um comercial inserido na TV. E o telespectador só... ...

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