Sobre o autor  ⁄ Leide Franco

Trabalha em assessoria de comunicação; formada em rádio e TV (UFRN), graduanda em jornalismo e pós-graduanda em propaganda e marketing na gestão de marcas. Apaixonada por jornalismo literário, cibercultura, webjornalismo e mídias sociais.

Sem mimimi, campanhas usam tratamento de choque e alertam sobre a violência contra a mulher

A internet é um espaço perfeito para fazer campanhas de conscientização por meio do audiovisual, com a finalidade de alertar as pessoas acerca da violência física e psicológica.  Nesse meio, esses produtos midiáticos contam com a força das mídias sociais, que permitem números significativos de compartilhamentos, tornando-os virais. Temos exemplos de vários cases bem sucedidos mostrando ações que não são apenas propagandas, mas, acima de tudo, campanhas educativas. Elas são ferramentas essenciais para se atacar as causas da crueldade contra a pessoa humana. Nos últimos dias, tivemos dois bons exemplos de campanhas a respeito da violência contra a mulher. O primeiro mostra a evolução da violência. O vídeo é estruturado com base em fotos que, supostamente, foram feitas no decorrer de um tempo, na medida em que a mulher era violentada. A fotomontagem mostra de início uma mulher feliz e, em seguida, as imagens são intercaladas com fotos que apresentam ferimentos no rosto, ferimentos  fortes, reflexivos e impactantes. Traduz bem a frase que diz “imagens valem mais do que mil palavras”.... ...

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Personal branding: um olhar mais profundo sobre quem você diz que é

Uma frase clássica: se você não sabe aonde quer ir, dificilmente vai chegar a algum lugar, e qualquer estrada que você escolher, serve. Antes de entrar no assunto principal deste texto, é preciso definir o que é branding propriamente dito. Veja um exemplo cotidiano. Pedro foi incumbido de passar no supermercado para comprar umas coisinhas para a esposa. Ela enviou a lista por e-mail. Chegando ao supermercado, ele foi procurar logo o primeiro item da lista: sabão em pó OMO. Será mesmo que Joana, a sua esposa, quis, de fato, recomendar que ele trouxesse o sabão OMO, ou seria qualquer outra marca de sabão? Da mesma forma acontece com a lã de aço, que ultrapassou os limites de ser apenas uma lã de aço e tornou-se Bombril. Tomando um exemplo mais técnico para definir branding, vamos chegar à conclusão de que diz respeito à gestão de marcas e todas as fórmulas que implicam sua visibilidade no mercado. O nome, slogan, logo e toda a identidade visual formam essencialmente a representação da... ...

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Do impresso ao jornalismo digital: as faces da convergência

Os processos de mudança na comunicação estão passando pela contemporânea convergência das mídias, plataformas que vão se agregando, inovando e consequentemente ganhando novos formatos e forças. Assim acontece com o jornalismo. O impresso continua e deve permanecer por alguns anos, apesar dos presságios pessimistas. Muito além do impresso, o webjornalismo ou jornalismo online estão inseridos no cotidiano dos “navegantes”, oferecendo alternativa para quem busca informações, e o interessante é que esse sistema é capaz de cativar o novo e o antigo leitor. O jornal impresso, chamado jornalismo moderno, surgiu no século XVI e é conhecido como o quarto poder. A invenção da prensa móvel (máquina), pelo alemão Johannes Gutenberg ficou conhecida como a grande revolução da escrita impressa. No Brasil, o jornal impresso só chegou por volta de 1808. O atraso se deu por motivos políticos e econômicos, claro. Jornalismo digital: diferenças entre webjornalismo e jornalismo online (JOL) O pioneiro da web é o Jornal do Brasil, na década de 90. Há também informações de que o portal Brasil Online... ...

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Etiqueta das redes sociais: você se preocupa com a sua imagem profissional?

A internet é democrática, as redes sociais ainda mais. Temos gente de todas as tribos. O número é sempre crescente. No Brasil, entre 2008 e 2011 a quantidade de “frequentadores” das redes sociais duplicou, e para se ter uma ideia, 31% desse montante entram no Facebook várias vezes por dia. Os internautas consomem e produzem informação, publicidade – às vezes inconscientemente – e muitas outras coisas que não deveriam propagar, mas que insistem incansavelmente. É nessa última tecla que vamos bater. Esse texto está longe de ser um manual de etiqueta para as redes sociais, como já vimos aos montes. Está longe de querer impor ou mostrar formas A ou B de se comportar online e de que regras devem ser seguidas pelos usuários das novas mídias. Esse post quer apenas refletir sobre quem está sendo você enquanto ser online, colaborador, produtor de conteúdo e ser participativo de uma sociedade conectada pela internet: um construtor do ciberespaço na era do conhecimento. Quem nunca ouviu a malcriada frase “o Facebook é... ...

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Redes sociais e o voyeur digital

Calma, não é bem isso que você está pensando. No contexto do mundo conectado, voyeurismo digital se caracteriza como um subperfil voyeur, que no sentido literal da palavra é aquele que sente prazer observando atos sexuais alheios. Geralmente o indivíduo, no mínimo um sujeito muito curioso, acompanha as cenas de longe, sem que os observados estejam conscientes disso. Outros se sentem mais estimulados quando sabem que estão sendo vistos. Voltando para o voyeurismo – o digital – podemos dizer que ele é um “fake do bem”, fácil de identificar com uma simples pergunta, do tipo “Você tem Facebook ou Twitter?”. Aí o outro responde coisas como “Tenho, mas não tem nada lá. Tenho só para olhar umas coisas e outras”. Essa prática era extremamente comum no quase finado Orkut. No Facebook tenho visto poucos fakes, talvez pela política avançada de segurança da rede social. No Twitter já teve mais, mas ainda tem muitos. Os voyeurs digitais não aderem às redes sociais, mas precisam estar lá porque o resto do mundo... ...

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A orkutização do meu querido Facebook e os meus casos de amor

Demorei muito para deixar o Facebook entrar na minha vida. O apego que o Orkut exercia sobre minha relação com a internet era um caso de amor para mais de cem anos. Ilusão minha. Logo veio o Google inserindo mudanças drásticas na minha queridinha rede social e isso aos poucos foi atingindo o meu caso de paixão aguda com o Orkut. Seria o fim. Um dia olhei para a página de recados do meu Orkut e vi que dos 10 scraps, 5 eram links possuídos por vírus e os outros 5 não diziam nada, além de piscar cheios de glitter com mensagens de “bom dia”. Então eu prometi a mim mesma que estreitaria meus laços com esse tal Facebook, aquele mundo desconhecido com um mar vasto a navegar. Só cheguei ao Facebook em 2010. A estranheza foi inevitável, mas logo fui afeiçoando àquela ferramenta cheia de oportunidades de conhecer novas pessoas, de “curtir” o que era postado, comentar, compartilhar e interagir de uma forma como eu nunca vi em parte alguma na rede... ...

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Ação fantástica do TNT mostra o verdeiro lado dos filmes HD

Em uma pequena cidade da Bélgica em uma praça onde nada acontece, foi colocado um botão vermelho e se esperou que alguém o apertasse. Trata-se de mais uma ação do marketing internacional chama a atenção dos conectados. Dessa vez o feito veio pela inteligente produção do TNT com o objetivo de divulgar a nova programação HD. Para isso, foi instalado um botão vermelho no centro de uma praça belga com um cartaz móvel em formato de seta com a descrição “Aperte para adicionar drama” (push to add drama), apontando para o drama button. Pessoas curiosas existem em toda parte do mundo e lá não é diferente. Ao apertar o botão do drama, os curiosos tinham uma grande surpresa: como se fosse um verdadeiro filme, personagens representam cenas sequenciais de ação. Ambulância, carro de polícia e tiroteio fazem parte do “filme”. Ação mais do que fantástica. Confiram: Por Leide Franco, jornalista. @leidefranco ...

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Google: o seu espião particular

A câmera escondida na rede pelo Google já existia de certa forma, pois tudo que envolve seu nome na internet é possível encontrar lá. Coisas que você nem sabia que havia publicado podem estar facilmente em um dos links oferecidos pela busca, é inevitável. Embora a prática seja comum, agora ganhou novas conotações e destaques polêmicos, uma vez que foi anunciada a nova política de privacidade, que permite até que nossas ligações sejam monitoradas. Para a empresa, isso é o resultado de um trabalho desenvolvido para garantir mais transparência no serviço oferecido pelo buscador. O Google deixa claro que a “espionagem” é feita somente pelo próprio Google e que terceiros não terão acesso às informações. A coleta dos dados pode estar ligada às especificidades do dispositivo que é usado para acessar o site, tais como o modelo do hardware, o tipo de sistema operacional e quando for rede móvel, o número de telefone e, consequentemente, o número de quem está ligando, horário e data das chamadas, identificador do número e... ...

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Perfis digigráficos e o consumidor digital em uma nova classificação

A identidade que cada um apresenta enquanto sujeito inserido no mundo digital varia conforme a sua personalidade. Idade, classe social e gênero já não são pontos principais para classificar as pessoas que consomem o que a tecnologia lhes oferece. Comportamento, essa sim é a palavra chave para estudar como cada um consome os produtos da era digital. Crianças, jovens e adultos encaram as mudanças com olhares diferentes, mas cada um mudou individualmente, a partir da forma como entra em contato com a tecnologia e de como aplica as inovações no seu dia-a-dia. Significa que classificar esse público conectado através das condições sócio-culturais já não é o caminho mais viável. A agência DM9 denominou de “Perfis Digigráficos” a nova classificação de consumidores criados nessa era digital. Segundo a agência, a divisão “tradicional” que se baseia em informações variadas (como dados demográficos, por exemplo), já não é suficiente, pois a tecnologia mudou o mundo. Classificou os perfis digigráficos em cinco grupos: Imersos, Ferramentados, Evoluídos, Fascinados e Emparelhados. Após um estudo feito com... ...

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O jornalismo e o jornalista de hoje

No jornalismo do passado, produzir uma matéria era estudar um caso, o que levava o jornalista a pesquisar de forma rebuscada o assunto que seria publicado. Produzir um bom texto, aprofundar o tema e checar todas as fontes eram quesitos obrigatórios. Faziam naquela época o chamado “jornalismo quente”, o ofício que dava plantões nas portas de delegacias em busca de informações e notícias confeccionadas in loco. Hoje o dia continua somando 24 horas, mas já não é possível produzir notícias como antigamente. Notamos que a forma como a informação passou a ser consumida mudou consideravelmente, e nisso mora a explicação para o jornalismo pouco eloquente que hoje é feito. Se fizermos um estudo das mudanças ocorridas na imprensa brasileira dos anos 80 para cá, vamos perceber que muita coisa mudou. A mídia hoje é eletrônica, antes basicamente impressa, o que não deixa de ser um paradoxo. Na verdade, era mais um processo industrial do que intelectual, que passava pela máquina de escrever, depois pelo papel de lauda, digitação e máquinas... ...

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