Redes sociais: o que fazer com os perfis ativos após um falecimento?

Para morrer basta estar vivo. O jargão que amedronta a sociedade ocidental faz com que as pessoas evitem prevenir determinados riscos que podem ser futuros transtornos para os familiares. Contas ativas nas redes sociais de pessoas falecidas têm sido o principal deles. O problema advindo da modernidade traz dor de cabeça para a família que pretendem fechar os canais e a exposição de seus parentes mortos. O que pouca gente sabe é que é possível recuperar essas senhas com total segurança. Os serviços do Google, por exemplo, prestam esse atendimento. No Gmail os familiares podem fazer o pedido e fornecer provas do falecimento. O Google verifica os documentos (e dá um retorno em até 30 dias). No caso do Orkut, especificamente, há um formulário para pedir que um perfil seja removido. Também é necessário comprovar a morte da pessoa. Outras redes como Facebook, Twitter e MySpace também têm políticas definidas para lidar com perfis de pessoas que morreram. O Facebook e o Twitter dispõem de um memorial, um perfil no qual... ...

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Política e redes sociais: a presença de Barack Obama no Google+

Só há fantasmas no Google Plus? Creio que não. Você vai gostar de saber que um dos usuários mais ilustres da plataforma social do Google é o presidente dos EUA, Barack Obama. Sua página é seguida por 1.095.896 pessoas (até o momento em que eu digitava este artigo) e como estamos em ano eleitoral então é bem recomendável acompanhar o que a equipe do Obama está implementando. Percebi que muitos posts continuam com a premissa usada na campanha passada. Por exemplo: usar verbos no imperativo como o “compartilhe”. Há quem não goste, mas a equipe do Obama explora isso nos textos. Algumas mensagens são no tom de convocação, como se as pessoas fossem “marchar” ao lado de Obama para salvar o país. As pessoas também continuam sendo convidadas para se inscrever e participar da campanha até novembro. Está longe, né? Entretanto a maneira como eles divulgam o conteúdo nos faz pensar que a campanha já está no auge e que a votação será na próxima semana. Não pense em há apenas posts... ...

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Concurso cultural visa promover o mercado digital entre os universitários

Devido ao sucesso do projeto Ad Game Digital, lançado em abril de 2011, o Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), principal órgão representativo do segmento digital brasileiro, anuncia a segunda edição do concurso cultural para universitários. A competição tem como objetivo promover o mercado digital entre os jovens estudantes e incentivá-los a desenvolver suas carreiras em um dos setores que mais cresce no Brasil, com previsão de crescimento de quase 40% em 2012. O Ad Game será realizado de 14 a 18 de maio e consiste em um quiz com 17 questões dissertativas sobre o mercado de comunicação online. Diariamente serão disponibilizadas três perguntas aos participantes, sendo que no último dia (sexta-feira) serão postadas cinco questões, sempre contendo um link para que o estudante leia sobre o assunto e busque a resposta correta. O participante terá que escrever as respostas de forma objetiva. Ao final dos cinco dias de competição, os três participantes que responderem mais rápido e corretamente todas as questões serão considerados vencedores do Ad Game Digital. Cada ganhador será... ...

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Foursquare e a primeira badge em português

O Foursquare, rede social de geolocalização, lançou recentemente a primeira badge em português (mas de Portugal), patrocinada pela empresa de telefonia Vodafone Portugal. Esta é a segunda badge com o texto de desbloqueio em um idioma que não seja o inglês. A primeira foi a da MTS, a maior operadora wireless da Rússia.   A ação da Vodafone Portugal faz parte da comemoração do 91º aniversário da empresa, 91º pela empresa ter se tornado independente em 1991 (em 1983 foi fundada como Racal Telecom). Todos os números da empresa em Portugal começam com 91 e o desbloqueio da badge ocorre às das 9h00min50s até 9h14min59s, totalizando 910 segundos. Além disso, a ação conta com uma página que oferece dicas e sugestões sobre locais públicos permitindo, desse modo, que os seguidores descubram as diversas promoções que a empresa oferece próximas do lugar em que estão. Como exemplo as pessoas que fizerem um check-in no Estádio do Sport Lisboa e Benfica (em Lisboa), recebem uma dica da Vodafone que os informa que podem receber os gols do seu clube via SMS de modo gratuito nos três jogos seguintes (confira... ...

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Mercado digital brasileiro deve crescer cerca de 40% em 2012

Em coletiva realizada nessa terça-feira, o Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), principal órgão representativo do segmento digital interativo brasileiro, apresentou projeções de faturamento e crescimento do setor interativo para 2012. As estimativas da entidade apontam que o investimento em publicidade online deve crescer 39,1% (considerando display + search), o que representa R$ 4,646 bilhões em compra de mídia neste ano. Já o share de mercado deve alcançar 13,7%, tornando-se o segundo meio com maior participação no bolo publicitário, ultrapassando os jornais e ficando atrás apenas de TV. Segundo Fabio Coelho, presidente da entidade, o mercado de internet cresce quatro vezes mais que todo o bolo publicitário brasileiro. “Estamos em uma fase de expansão que supera os demais meios. Em 2011, as 100 maiores empresas no Brasil investiram 13,7% de seus orçamentos em mídia digital e isso deve aumentar ainda mais este ano com nossa expectativa de quase 40%”, afirma. Os dados foram apresentados por Fabio Coelho e os membros da diretoria do IAB Brasil, Marcos Swaroswsky (VP de veículos), Paulo Loeb (VP de agências) e Roberto... ...

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A importância das redes sociais para as empresas

Atualmente as redes sociais fazem parte do dia-a-dia das pessoas e das empresas de todo o planeta. Desde a chegada do Orkut e com o crescimento do Facebook e Twitter com acessos por computadores e também por tecnologias móveis, como celulares e tablets, as mídias sociais se transformaram em uma febre mundial. Muitas empresas, de olho no grande número de pessoas que interagem diariamente por meio das redes sociais, passaram a expor as suas marcas e seus produtos de forma desenfreada, em busca de oportunidades para alavancar seus negócios. Mas será que estão fazendo isso da forma correta? Como todo projeto de crescimento é preciso investir. E diante da novidade que as redes sociais ainda são para muitos empresários, a maioria deles iniciam um trabalho nesses canais de forma amadora, sem planejamento, verba ou profissionais especializados para administrar seus perfis. Segundo Luciana Maryllac, gerente de marketing digital da Agência RS, muitos empresários não querem investir em um serviço especializado em redes sociais, pois antes de iniciarem já querem saber o retorno sobre investimento (ROI), o que... ...

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Ação interliga histórias de usuário e universidade via timeline do Facebook

A agência DMI acaba de criar uma linha do tempo completa para a campanha de comemoração dos 40 anos da UNIFACS. A jornada começa em 1972 e vai até 2012, contando a história desta que é a melhor universidade particular da Bahia e que faz parte da Rede Internacional de Universidades Laureate. Através de um sistema que combina informações da base de dados do Facebook, o usuário que acessa o aplicativo tem a sua história interligada com a história da instituição, personalizada de acordo com os seus interesses e exibida em tempo real em forma de um videoclipe. A ideia é mostrar que em todo este tempo a UNIFACS esteve presente na vida das pessoas e de quem elas conhecem. Segundo Rodrigo Hurtado, CEO e diretor de criação da DMI, “para criar esta timeline que conta quatro décadas da instituição foi desenvolvido um aplicativo que captura informações relevantes do usuário, interpreta esses dados e combina com a trajetória da universidade, criando automaticamente um storytelling diferenciado para cada pessoa que acessa”. A campanha... ...

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Jornalistas devem ser jornalistas. E empreendedores

Recentemente estive com alunos de primeira viagem no jornalismo para discutirmos um assunto da moda: mídias sociais. Entre um debate e outro foi possível perceber certa ausência de empreendedorismo. Na verdade, uma ausência quase completa. Muitos estavam ansiosos por começarem na área, mas não mencionaram o fato de trabalharem como freelancers ou em canais próprios, como blogs. Ainda fazemos empregados, não empreendedores. Todo o sistema educacional brasileiro é fadado a montar uma massa de pessoas aptas a receber ordens e desempenhar de forma exemplar suas funções, mas não são estimuladas a criar suas empresas ou ao menos parcerias paralelas ao já saturadíssimo e tradicional mercado de comunicação. O certo “conforto” e “status” oferecido pelas carteiras profissionais assinadas com grandes meios de comunicação faz com que uma legião de estudantes sonhe em repetir o óbvio, evitando uma inovação própria ou um confronto direto com os moldes jornalísticos vigentes. Perde o estudante, perde o mercado de comunicação, perde o jornalismo e, principalmente, perde a sociedade, pois não consegue ter um jornalismo inovador... ...

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Como as redes sociais estão impactando as Olimpíadas

Em 2000 pouco mais de 3 milhões e 500 mil pessoas assistiram as Olimpíadas pela televisão. Já em 2008 esse número saltou para 4 milhões e 300 mil telespectadores. Agora, com a força das redes sociais e o costume das múltimplas telas (televisão mais redes sociais), os jogos Olímpicos de Londres prometem ser, de fato, o primeiro totalmente social, já que em 2008 o Facebook contava com pouco mais de 100 milhões de usuários e, atualmente, mais de 900 milhões de pessoas estão conectadas à rede. Isso acontece com o Twitter também, que hoje possui 140 milhões, um número muito maior do que os 6 milhões de 4 anos atrás. Curiosidades interessantes sobre como a imprensa, TV, rádio, internet e mídias sociais impactaram as Olimpíadas ao longo das diversas edições podem ser conferiras no infográfico abaixo: Com informações do Mashable. ...

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Humanizar uma marca é engajar o consumidor

A frase do título explica de forma simplória uma tendência que não é novidade, mas que se consolidou em 2012: flawsome. Ao pé da letra significaria algo como uma mistura da palavra “incrível” com “falha”, em inglês. Até quando o consumidor consegue lidar com uma marca “perfeita”, que nunca falha e que se falhar não assume? Até quando certas marcas, as robóticas e artificiais – antagônicas às humanizadas – vão acreditar que o público ainda é aquele que passa os domingos em frente à TV? Para as empresas e para esse público ativo e engajado – que defende a marca que ama e faz questão de que todos saibam que a marca X é incompetente -, entender essa linha de pensamento é essencial, e para isso precisamos dissecá-la e mostrar que é uma mistura de dois assuntos maiores: a humanização da marca e o valor que a transparência possuí. As marcas humanas são mais bem vistas, pois o consumidor sente que está se relacionando com algo que ele se identifica. Por serem semelhantes, ele possui a... ...

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