Top 10 das marcas no Facebook Brasil em dezembro

A Dito, através da ferramenta de monitoramento Graph Monitor, mapeou alguns setores que se destacaram no mês de dezembro no Facebook aqui no Brasil. Entre eles as páginas de marcas mais curtidas, fanpages de mídia, companhias aéreas e até cosméticos. Vale a pena conferir o infográfico com mais detalhes: Por Cleyton Carlos Torres, jornalista e blogueiro. ...

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Branding e personal branding: a importância das cores na criação de valores

As cores representam para as marcas muito mais do que um visual agradável ou uma identidade única. Com as cores certas sua empresa agrega atributos para com a marca, estabelece emoções com os consumidores, firma seu posicionamento frente aos concorrentes e, principalmente, podem ser usadas como poderosas ferramentas de branding e, porque não, de personal branding. A questão a ser trabalha não é qual a sua cor favorita, mas sim qual é a cor que repassa os valores e atributos que sua marca tem. As cores podem ser ótimos mecanismos de comunicação. Ou você acha que é por acaso que o McDonald’s é vermelho e amarelo e a IBM e Dell levam a cor azul? As cores devem fazer parte da marca, serem parte de um todo que constrói os valores de uma empresa ou de um profissional em particular. Essa transmissão de atributos ocorre quando planejamos que o nós, profissionais, ou a empresa, pretendemos repassar. A cor azul traz significados como paz, integridade, confiança ou inteligência, o que vemos... ...

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Redes sociais e produtividade no trabalho: combinação perigosa?

Uma das maiores teorias que rondam as redes sociais nas empresas é quanto ao nível de produtividade, o que segundo muitas companhias cairia drasticamente. Será mesmo? Se um funcionário está descontente com o trabalho ou se apenas quer matar seu tempo de serviço, ele irá tomar café uma dúzia de vezes, irá ao banheiro ou irá beber água a cada 5 minutos.  Atrelar as redes sociais como causadoras da queda de produtividade da empresa é uma atitude muito simplória. Talvez o ideal seja procurar uma saída para alinhar o mundo tentador do digital com as tarefas do dia-a-dia que precisam ser realizadas. O digital é ferramenta e precisa ser usada com sabedoria. Confira um infográfico produzido pela HSM sobre a relação de trabalhadores brasileiros e americanos com as redes sociais. Por Cleyton Carlos Torres, jornalista e blogueiro. ...

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Portal oferece cursos online sobre comunicação, marketing e jornalismo

O portal Cursos 24 Horas é uma empresa fundada em 2002 com a missão de possibilitar o acesso à educação de qualidade para o maior número de pessoas. Desde então já qualificou mais de 120 mil alunos de todas as regiões do Brasil. O nome Cursos 24 Horas é uma referência ao fato dos cursos ficarem disponíveis para acesso dos alunos durante 24 horas por dia, em todos os dias, incluindo sábados, domingos e feriados. Após iniciar o curso, o aluno pode acessá-lo no seu tempo disponível, sem compromisso com dias ou horários fixos. Não há prazo mínimo ou máximo para concluir um curso, cada aluno faz no seu próprio ritmo e conclui no tempo que desejar. Os cursos contam com material didático que pode ser impresso, além de uma equipe de tutores para tirar todas as dúvidas. Cada curso conta com dois módulos, com uma avaliação ao final de cada um deles. Imediatamente após concluir o curso já é possível visualizar e imprimir uma cópia do certificado no próprio... ...

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Quando as redes sociais não servem para nada

Observação: se você é daqueles que acham que as redes sociais estão acima de todas as outras coisas, um conselho: volte para o Facebook e não perca tempo lendo esse texto. Tô sentindo falta de debates mais pesados, reflexivos, polêmicos ou até mesmo daquelas conversas filosóficas de bar. Boteco é coisa sagrada. É quando amigos se reúnem e conversam de um jeito mais informal sobre assuntos variados, que passam da vitória do Barcelona até como a internet está impactando – para melhor – a vida dos brasileiros. Mas não falo de boteco. Sinto falta de debates nas redes sociais. É fácil encontrar ótimas questões vindas de cima para baixo, quando excelentes profissionais nos colocam diante de reflexões ímpares sobre o digital, principalmente no Brasil. Porém a questão é mais pra baixo. Cadê o debate construtivo entre os usuários? Alguns bons sites, blogs, fóruns e grupos no Facebook procuram resgatar um lado mais reflexivo e menos mimimisobre redes sociais, internet, web semântica, marketing digital ou inclusão digital. É bacana, mas é... ...

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O perigo de se humanizar demais uma marca nas redes sociais

Okay, eu também curto. Porém há uma diferença colossal entre uma marca que se humanizou para estabelecer um contato mais bacana com seus consumidores e possíveis novos clientes e aquela marca que virou piada. As marcas não pertencem à empresa, mas sim aos consumidores. Mas isso não significa extrapolar os limites do que é e não é uma marca. A instituição intangível marca vale muito mais do que as estruturas físicas da empresa. Mas no meu ponto de vista uma humanização excessiva chega a ser chato. Eu não quero ser amigo de uma marca. Quero é usufruir de todos os benefícios que um determinado produto ou serviço oferece e, quando muito bom, demonstrar aos meus amigos que eu uso essa marca. Publicidade direta já não convence ninguém. Pesquisas apontam que apenas 14% das pessoas acreditam nesse tipo de intrometimento feito pela empresa. Esse número salta para 78% quando a “propaganda” é feita por consumidores comuns. Quer humanizar sua marca nas redes sociais? Tente atingir pequenos influenciadores e líderes, atraindo esse... ...

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O diploma de jornalismo na visão de uma estudante de jornalismo

Decidi que seria jornalista há muito tempo. Não tinha familiares jornalistas nem amigos próximos que eram jornalistas antes de entrar para a universidade. Acontece que no último ano do colégio, enquanto todos estavam trocando de sala e, desesperados, tentando resolver o futuro, eu já tinha estabelecido a universidade na qual queria estudar e o curso que queria fazer. Entrei na Universidade Católica de Pernambuco no primeiro semestre de 2009. Tinha 17 anos, vivia de mesada, eu, nem nenhum dos meus amigos, sabia dirigir. A minha turma fez uma comunidade no Orkut antes mesmo das aulas começarem e nas últimas semanas de férias já conversávamos pela internet sobre pretensões e desejos sobre o curso. Foi na primeira semana de aula que a professora de Introdução ao Jornalismo nos presenteou com a primeira desilusão. “Quem aqui entrou no curso porque acha que escreve bem?”. Muita gente levantou a mão. Ela, então, disse com a voz seca, firme e dura: “Jornalismo não é inspiração. É técnica”. Por mais desalmada que essa afirmação pudesse parecer... ...

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O dia em que Google e Facebook prometeram um apagão na web

O buraco é mais embaixo. Sempre o buraco é mais embaixo. Mais do que uma sopa de letrinhas, a SOPA, sigla em inglês para Stop Online Piracy Act, trata-se de uma lei que tramita no Senado americano que pretende dar poderes quase que infinitos para empresas que se sentiram prejudicadas por terem seus direitos autorais violados. Ou seja, caso o site Megaupload tenha em sua hospedagem um filme da Disney enviado por um usuário qualquer, a Disney poderá retirar, sem ordem judicial, o arquivo do ar.  A patifaria continua. Sites como os de hospedagem poderão sair do ar e seus respectivos proprietários poderão ir para a cadeia. Sim, em plena era digital onde o compartilhamento é algo necessário para a sobrevivência da web, alguns se acham no direito de restringir como você deve agir em relação ao conteúdo produzido pela humanidade. Como era de se esperar grandes estúdios são a favor da lei. Acham que detêm o direito sobre os outros usuários e querem controlar a web. Acham que possuem... ...

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O que foi notícia em 2011 segundo as redes sociais e o Google

Beyonce, Egito, Rebecca Black, Justin Bieber e Charlie Sheen. Steve Jobs? Não, não está entre as personalidades ou termos mais discutidos em 2011. Pelo menos no que se refere ao ambiente das redes sociais e buscas. Como podemos observar em um infográfico produzido pela Frugal Dad, o ano que passou foi marcado por mimimi, Osama Bin Laden, Tsunami e, de quebra, uma revolução no meio. Confira o que foi notícia segundo a web em 2011: Por Cleyton Carlos Torres, jornalista e blogueiro. ...

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A indústria do livro está perdendo o trem da evolução digital

Enquanto a música, a televisão e o jornalismo já tentam lidar com um mundo de cultura digital ascendente e completamente integrada ao modo de vida moderno, a indústria do livro parece ter perdido o trem da evolução e insiste em ficar estagnada. Iniciativas como a iTunes Store e os novos modelos de negócio para o jornalismo demonstram o interesse e a necessidade das indústrias em se adaptarem aos novos hábitos e costumes. As livrarias, os editores e todos os outros agentes da cadeia do livro seguem adormecidos, e o que antes era uma oportunidade de negócio já se tornou um imperativo, condição de sobrevivência. Nos últimos anos, nos Estados Unidos, o número de livrarias independentes (pequenas, desvinculada das grandes redes) caiu de 10.000 para 2.000. Nos últimos três anos (2009, 2010 e 2011) caiu em 16% o número de empresas distribuidoras de livros em todo o mundo. Sem esforço, é evidente que a indústria livreira está passando por sérias dificuldades e se por um lado ainda não sabe quais os... ...

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